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A humanidade é magnífica sempre e na sua totalidade. Não apenas a humanidade que constrói a inteligência artificial, mas também a humanidade que foge à pobreza! Não só a humanidade que se preocupa em comer menos para não engordar, mas também a humanidade que se preocupa em comer para não morrer! A v
A oração é a expressão máxima do amor. O amor exige presença, silêncio e tempo, muito tempo, ao ponto de quem ama se esquecer de si. A oração é igual. A oração é uma manifestação de carinho e de fragilidade. O amor é uma vontade de entregar toda a riqueza e, ao mesmo tempo, uma pobreza que estende
Há um erro em que caímos muitas vezes, empurrados pela pressa. O de acreditar que, por detrás da porta de um hospital, mora apenas um doente. Mas não. Não mora. Definitivamente, não mora!
Nem sempre sentimos que temos permissão para dizer que não. Que não nos apetece. Que não aceitamos. Que hoje não contam connosco. Que vamos preferir o nosso descanso e a nossa verdade ao invés de agradar e dizer um sim mentiroso. Acreditamos que, para ser amados, temos de ficar bem vistos. De viver
Nesta primeira fase de Exames Nacionais pude constatar, mais uma vez, o medo do fracasso, por parte dos meus alunos. Causas? Ansiedade, baixa autoestima, pressões familiares... O erro e a dificuldade fazem parte do processo de aprendizagem. O fracasso escolar não define a inteligência ou o valor de
As dores engrandecem-nos e enobrecem-nos. Podem fazer de qualquer um de nós um herói ou um fugitivo. Uma simples mudança brusca na vida pode criar uma revolução interior. Aquilo que se alterou no exterior obriga-nos a transformar o interior, e isso dói sempre — mesmo quando é para melhor. A dor rev
O ano escolar aproxima-se do fim. Estamos em época de exames. Como professor, assaltam-me sempre grandes questões. Há uma pergunta que me acompanha sempre que penso no papel da educação: para que serve, afinal, a escola? Com o tempo, convenci-me de que a sua verdadeira missão não é debitar programa
A mensagem chegou-me por WhatsApp como tantas outras: chegou sem contexto, sem aviso, no meio de coisas pequenas que ocupam o dia. Era uma mensagem do Tiago, um colega do meu hospital. Simples, directo: — “Uma questão… Quem era a Verónica?" Fiquei a olhar para o ecrã durante uns segundos. Podia