Acho que a fé se torna mais inteira quando passa para a vida. E eu vejo a vida como uma peregrinação. Talvez por isso me faça tanto sentido pôr-me a caminho. Caminhar, mesmo com os pés cansados, mas com o coração aberto.
No mês passado falámos genericamente de liderança e de como um bom líder necessita de ter bons valores, capazes de contribuir para a construção de um mundo melhor, que é como quem diz, mais feliz para quem nele vive. Muitos de nós, líderes empresariais, assumimos Jesus Cristo como nosso modelo de v
No início de novembro, os cemitérios portugueses recebem visitas de famílias que levam flores, limpam sepulturas e recordam aqueles que já morreram. Para muitos, é um momento de saudade e de reencontro com a memória familiar. Para a Igreja Católica, é também uma ocasião para rezar pelos defuntos e r
«A única coisa que temos de pedir a Deus na oração é a vontade de ser Santos.» S. Carlo Acutis Que vontade é esta, Senhor, que me afasta de Ti? Que faço perdida nesta multidão de milhares que não Te querem ver? Que cansaço é este que me arrebata sem fim? Que tristeza profunda é esta que toma conta
No dia 1 de novembro, a Igreja celebra pessoas cujo nome ninguém conhece. Nunca tiveram uma estátua, uma festa própria ou uma página nos livros de história. Para os cristãos, porém, também elas são santos. Mas como nasceu uma celebração dedicada a uma multidão anónima? E porque é que, em Portugal,
Que coisa é esta de que se fala de cima do altar, mas que se vive nas nossas casas? Não é fácil, mas confesso que desde pequena fui fascinada pela santidade que considero ser o mais próximo da perfeição. Mas hoje, parece que nos afastamos tanto da santidade. Que raio! O discurso do ódio parece nor
Uma fé que não age não é fé. A esperança que não é firme não é esperança. O amor que não exige sacrifício não é amor. A fé exige que não acreditemos nas aparências nem nas superficialidades e isso é muito difícil, até porque o mundo parece valorizar essas realidades mais do que todas as outras. A
As crianças que iam de porta em porta no dia 1 de novembro levavam sacos de pano e cantigas aprendidas em casa. Por detrás daquele pedido de broas ou castanhas havia uma história antiga, ligada à partilha de alimentos e à memória dos mortos. Essa história começou muito antes do terramoto de 1755, em
Chama-se Leonel. Homem de fé, homem de entrega. Desde jovem sentira no coração o chamamento ao serviço de Cristo e, chamado a ser Diácono Permanente, deu à sua comunidade tudo o que podia: tempo, energia, escuta, palavras que levantavam quem caía. A sua vida era uma sinfonia de responsabilidades: p