Parece que nos faltam motivos para festejar e estar alegres. Aquela alegria de quem recebeu uma boa notícia seja ela uma mensagem inesperada, a entrada na universidade ou uma boa nota num exame complicado. Sei lá, aquela alegria que te faz pular, rir, e gritar de contentamento, lembras-te quando f
Não esperes receber dos outros tanto quanto lhes dás, pois há cada vez mais gente com o coração de pedra. Quando amamos alguém e, por isso, fazemos das suas tristezas e alegrias, tristezas e alegrias nossas, isso nunca pode garantir que teremos do outro o mesmo que lhe estamos a dar. Aliás, se o am
Antigo deputado no Punjab fala sobre perseguição religiosa no Paquistão
O acontecimento mais marcante deste ano para a vida da Igreja Católica foi o falecimento do Papa Francisco. Para muitos - particularmente para os que se aproximaram ou reaproximaram da Igreja - deixou-lhes um sentimento de orfandade que Leão XIV não conseguiu colmatar: têm ainda dúvidas se ele dará
A Salesianos Editora acaba de publicar o novo livro de Paulo Costa ‘Viver (por) Inteiro I Dicas para uma vida plena’. Os textos apresentados foram criados pelo autor para serem recursos de estudo e trabalho nas aulas de EMRC e Cidadania e Desenvolvimento no Colégio de Lamas onde é professor, bem com
Como é que encaramos a morte? Não só a nossa mas também a do outro. A razão desta minha interrogação está bem fresca. Ontem fui ao funeral de um bebé. Só estava eu e o diácono permanente. Não tinha lá os pais e nem sabia o nome. Não interessa o nome! Foi o primeiro assim. Incomodou-me. Já o esperava
Dou por mim a ir a algumas reuniões e encontros e a contar pelo dedo das mãos o número de pessoas presentes. Acho que é algo transversal a várias organizações. Sejam reuniões de escola, catequese, momentos de oração ou celebrações, parece que olhamos para o lado e somos sempre os mesmos. Acho que a
Poucos são os dias em que a vida nos é agradável sem que tenhamos de lutar por isso. Não podemos controlar o que nos acontece, mas somos chamados a responder a tudo o que sucede connosco e à nossa volta, procurando sempre apontar o rumo da história para onde queremos. Não se trata de uma escolha po
Quando vemos as trapalhadas impensáveis que existem actualmente, sobretudo com Trump, questiono: o que pode o pobre coitado como eu ou o leitor fazer? Somos uma minúscula parte da nossa comunidade e sociedade que afecta o ambiente ao seu redor — família, trabalho, vila ou cidade — mas com a sensação