O acontecimento mais marcante deste ano para a vida da Igreja Católica foi o falecimento do Papa Francisco. Para muitos - particularmente para os que se aproximaram ou reaproximaram da Igreja - deixou-lhes um sentimento de orfandade que Leão XIV não conseguiu colmatar: têm ainda dúvidas se ele dará
A Salesianos Editora acaba de publicar o novo livro de Paulo Costa ‘Viver (por) Inteiro I Dicas para uma vida plena’. Os textos apresentados foram criados pelo autor para serem recursos de estudo e trabalho nas aulas de EMRC e Cidadania e Desenvolvimento no Colégio de Lamas onde é professor, bem com
Como é que encaramos a morte? Não só a nossa mas também a do outro. A razão desta minha interrogação está bem fresca. Ontem fui ao funeral de um bebé. Só estava eu e o diácono permanente. Não tinha lá os pais e nem sabia o nome. Não interessa o nome! Foi o primeiro assim. Incomodou-me. Já o esperava
Dou por mim a ir a algumas reuniões e encontros e a contar pelo dedo das mãos o número de pessoas presentes. Acho que é algo transversal a várias organizações. Sejam reuniões de escola, catequese, momentos de oração ou celebrações, parece que olhamos para o lado e somos sempre os mesmos. Acho que a
Poucos são os dias em que a vida nos é agradável sem que tenhamos de lutar por isso. Não podemos controlar o que nos acontece, mas somos chamados a responder a tudo o que sucede connosco e à nossa volta, procurando sempre apontar o rumo da história para onde queremos. Não se trata de uma escolha po
Quando vemos as trapalhadas impensáveis que existem actualmente, sobretudo com Trump, questiono: o que pode o pobre coitado como eu ou o leitor fazer? Somos uma minúscula parte da nossa comunidade e sociedade que afecta o ambiente ao seu redor — família, trabalho, vila ou cidade — mas com a sensação
Todos temos a experiência de que ter bons vizinhos pode ser uma bênção. Caso contrário, pode ser um inferno. A verdade é que dizem que quem tem telhados de vidro não atira pedras aos do vizinho, não faças mal ao teu vizinho que o teu vem pelo caminho, para a missa e para o moinho não esperes pelo te
É fácil perdermo-nos quando os caminhos sugeridos são imensos. Vai por aqui. Dizem. Faz assim. Compra isto. Faz esta viagem. Experimenta este restaurante. Segue este influencer. De repente, todos somos peritos em sugestões e em caminhos. No meio de tanta informação ficamos sem bússola. Ou melhor,
Estou cada vez mais convencido de que precisamos de silêncio. Isto porque continuo a ler comentários despropositados, arrogantes e moralistas, que não hesito em chamar de tragédia dentro de outra tragédia, sobre a morte daqueles jovens na Passagem de Ano em Crans-Montana, na Suíça. Só com a citação