Também no Evangelho de hoje (Mt 10, 37-42), escutamos algumas exortações de Jesus para vivermos o seguimento e sermos testemunhas do seu Reino. Não se trata de uma ação exterior, mas de nos dedicarmos totalmente a uma relação de amor com Ele. E para dar fruto, o amor requer, pelo menos, três coisas:
“A cruz é sinal positivo na matemática. Ao seguires Jesus, a tua Cruz irá somar alegrias sem fim à tua vida.…” Catequese 8º Ano Como é bom ter algo. Ter roupa para vestir. Ter pão para comer. Ter uma casa para descansar. Ter um carro para chegar onde quero. Ter um amigo para partilhar as alegrias.
Arrebita! Anima-te! Força! Vá lá, não desanimes. São chavões muito comuns que por vezes têm o condão de nos deixar ainda mais desanimados. E repetimos esses trejeitos sem pensar muito. A verdade é que, às vezes, precisamos que alguém nos empurre nos puxe para cima e nos relembre que o facto de no
As dores engrandecem-nos e enobrecem-nos. Podem fazer de qualquer um de nós um herói ou um fugitivo. Uma simples mudança brusca na vida pode criar uma revolução interior. Aquilo que se alterou no exterior obriga-nos a transformar o interior, e isso dói sempre — mesmo quando é para melhor. A dor rev
Decálogo — Entrevista a José Pedro Aguiar-Branco Presidente da Assembleia da República Portuguesa
O ano escolar aproxima-se do fim. Estamos em época de exames. Como professor, assaltam-me sempre grandes questões. Há uma pergunta que me acompanha sempre que penso no papel da educação: para que serve, afinal, a escola? Com o tempo, convenci-me de que a sua verdadeira missão não é debitar programa
“Não tenhais medo dos homens…” Jesus Cristo segundo S. Mateus no Capítulo 10, Versículo 26 O que move a nossa vida é esta certeza que nos habita: EU SOU PECADO, MAS ACREDITO NUM DEUS QUE ME SALVA A CADA DIA. Podemos gritar aos quatro cantos deste mundo redondo: Deus escuta-nos sempre! Não há local
A mensagem chegou-me por WhatsApp como tantas outras: chegou sem contexto, sem aviso, no meio de coisas pequenas que ocupam o dia. Era uma mensagem do Tiago, um colega do meu hospital. Simples, directo: — “Uma questão… Quem era a Verónica?" Fiquei a olhar para o ecrã durante uns segundos. Podia
Desculpa. É outra das minhas palavras favoritas. Devo certamente algumas e tenho algumas a haver, quem sabe, mas a vida segue sem tantas vezes, nos darmos conta do quão importante seria parar, refletir e pedir desculpa, despretensiosa e acima de tudo sinceramente.