Um mapa mostra caminhos percorridos, fronteiras conhecidas, lugares que alguém viu e decidiu registar. Mas há sempre zonas por desenhar. Durante muito tempo, os cartógrafos trabalharam assim: com observação, relatos, hipótese e confiança. Talvez educar hoje se pareça muito com isso. No plenário de e
Falar do futuro da educação pode facilmente transformar-se num exercício de ansiedade. Há mudanças que não controlamos, tecnologias que avançam mais depressa do que conseguimos acompanhar, alunos que chegam à escola com novas fragilidades, novas linguagens e outras formas de estar no mundo. Mas talv
Simpósio 2026: Há perguntas que parecem simples, mas que nos obrigam a parar.
Há sempre algo que, em algum momento da nossa vida, nos impele ao caminho. Seja o início de um novo trabalho. Seja o início de um novo ano escolar. Seja um problema de saúde. Seja o sofrimento alheio, ou o nosso. Às vezes temos mesmo de nos meter ao caminho, ir à luta, desafiar, propor ou até m
Uma pergunta, um clique e, quase de imediato, surge uma explicação, um resumo ou uma solução. Nunca tivemos tanta informação tão acessível. E talvez por isso seja hoje ainda mais importante distinguir informação de conhecimento. Foi precisamente uma das ideias sublinhadas por Eduardo Marçal Grilo, e
Educação e Escola: Traçar mapas educativos para uma Magnífica Humanização. Cardeal D. José Tolentino de Mendonça – Prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação
Pegamos nas contas do Rosário, repetimos palavras que conhecemos quase de cor e talvez raramente nos perguntemos como nasceu esta oração que atravessou séculos, famílias, guerras, peregrinações, quartos de hospital e noites de silêncio. O Rosário não nasceu num único momento. Foi-se formando. São
O futuro não está escrito. Define-se de acordo com as nossas escolhas no presente e no passado. Se o amanhã depende sempre do que acontece, também depende muito das respostas que dermos ao que nos acontece. O tempo é o campo onde quase tudo se pode criar, descobrir e onde quase tudo se desenrola. M
É um homem de fé, voz firme, mãos gastas de benzer, pároco de aldeias onde o sino ainda ressoa e a porta da sacristia é chave do coração. Falava do Evangelho como quem o colhe do chão, com a humildade dos campos, com a ternura de quem escuta antes de julgar. Era presença nas noites frias, coluna na