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Nasceu em 1986. Possui mestrado em ensino de Inglês e Espanhol (FCSH-UNL). É professora. Faz diversas atividades de cariz voluntário com as Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus e com os Irmãos de S. João de Deus (em Portugal, Espanha e, mais recentemente, em Moçambique)
Há, na vida, alturas assim. Em que nos vemos dentro da própria tempestade. Como se também ela fizesse parte de nós. Como se tudo à nossa volta fosse, simplesmente: caos, lama e destruição. É assim que nos temos visto nas últimas semanas. A braços com uma intempérie externa que nos veio, igualmente,
Os desafios de atualmente são tremendos. A cada ano que passa parece que tudo se adensa, que o ritmo se torna ainda mais acelerado. O tempo que temos para o nosso mundo interno, e para o cultivo da nossa paz, esgota-se sem sequer nos apercebermos. Os apelos externos não são passíveis de redução. No
É fácil perdermo-nos quando os caminhos sugeridos são imensos. Vai por aqui. Dizem. Faz assim. Compra isto. Faz esta viagem. Experimenta este restaurante. Segue este influencer. De repente, todos somos peritos em sugestões e em caminhos. No meio de tanta informação ficamos sem bússola. Ou melhor,
Estamos a caminho de mais um Natal. É, sem dúvida, uma época diferente. No entanto, nem sempre parece diferente pelos melhores motivos. A cada ano que passa sinto que a essência daquilo que a Estrela-Maior nos trouxe, há tantos milhares de anos, se dissipa cada vez mais. Há esta obrigação, vivida e
Sabes, realmente, quem és ou demoraste tanto tempo a construir a tua máscara que já não te é possível reconhecer o que, antes, habitava em ti? Consegues encontrar-te quando te vês ao espelho ou, por vezes, é como se aquele rosto nem sequer te pertencesse? As pessoas conhecem-te ou conhecem, apenas,
Começámos cedo demais a ser reféns da época natalícia. Ainda nem tinham sido assadas as primeiras castanhas e já estávamos a ser bombardeados com acessórios de toda a espécie e feitio. Quase como se houvesse uma intrusão e um desnorte que nos provoca desorientação e incompreensão. Que tempos são es
No outro dia, enquanto lia um livro, deparei-me com uma frase que me fez parar; a frase era: “assim também está bem”. Vinha na sequência do relato de um testemunho de alguém que acabou por mudar radicalmente a sua vida após uma experiência de quase morte. Para além da força e da profundidade do rela
Ninguém nos explica que quem escreve a história da nossa vida somos nós. Ninguém nos prepara para as intempéries que os outros podem ser, para as expectativas, para a vontade de corresponder ao que o mundo espera de nós. Vimos a este plano (e a esta vida) sem manual de instruções, sem guia, sem mapa
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