Como trazer a paz para o nosso mundo interno?
Os desafios de atualmente são tremendos. A cada ano que passa parece que tudo se adensa, que o ritmo se torna ainda mais acelerado. O tempo que temos para o nosso mundo interno, e para o cultivo da nossa paz, esgota-se sem sequer nos apercebermos.
Os apelos externos não são passíveis de redução. No entanto, a forma como os vamos gerindo não deixa de ser da nossa responsabilidade. A maior autoridade perante a nossa própria vida e perante os ecos do que aí acontece é, por muito que nos custe acreditar, nossa!
A partir do momento em que compreendemos que nem tudo nos é alheio, passamos a ter uma palavra a dizer. Ou muitas palavras a dizer. E é aqui que surge a oportunidade e a importância de dizer “basta”. Por aí não vou. Hoje não faço isso por ti porque me escolho a mim.
Valorizamos, como sociedade, o trabalho acima de tudo. A produtividade. O resultado. Os números. Mas aquilo que somos internamente não rima com nada disso. Quanto mais produzimos, mais desligados nos sentimos. Quanto melhores resultados temos, mais parecemos afastar-nos da nossa essência. E se o mais importante não for o que se faz, mas o que se é?
O que importa é o que tu és para ti.
O que tu és em presença para o teu mundo interno, para os teus estados de alma.
O que importa é o que tu és para os que se cruzam contigo, mas sem te retirares. Sem mentires. Sem fugires. Sem fazeres de conta.
O que conta é o que és na verdade mais pura do teu coração.
É só isso que importa.
E, na verdade, tudo o que te contarem que contrarie isso só te fará fugir (com mais ou menos consciência) da tua própria vida.
Encontra tempo para ti antes de deixares de saber, ao certo, quem és.