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Professor e Jornalista (CP 7993)
Na pequena aldeia de Vale Sereno, o inverno chegava sempre mais cedo do que nos outros lugares. As manhãs eram cinzentas, e o nevoeiro pousava nos telhados como um velho lençol esquecido. As pessoas caminhavam depressa, encolhidas nos casacos, como se a estação fria lhes roubasse também a esperança.
Na terceira semana, quase correu até casa de Ester.
A segunda vela Na semana seguinte, Samuel voltou. — A minha mãe chorou ontem, disse ele. — Disse que sente saudades do meu pai. E eu não sei o que fazer. Ester acendeu a segunda vela e aproximou-a da primeira. — Quando alguém sofre, a nossa presença é a segunda vela. Mais pequena, mas junta à outr
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