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Licenciado em Teologia. Professor de EMRC. Adora fazer Voluntariado.
Com o Domingo de Ramos entramos na Semana Santa, os dias maiores da história e da fé. Recordo com uma certa saudade os meus dias de seminarista. Tinha tempo para o silêncio e a meditação... Porque nesta semana, a liturgia abranda, acompanhando-nos com serenidade, quase hora a hora, pelos últimos dia
A morte é o maior inimigo do homem, o mais temível. Ela é a montra maior da nossa fragilidade. Para o homem contemporâneo, a morte é um tabu: não só temos medo de falar sobre ela, como também lutamos para a esconder. Por exemplo: uma criança ver o cadáver de um amigo ou familiar, pode ficar traumati
A Quaresma é o tempo propício para uma aprendizagem sobre a realidade humana: "Tu és pó e ao pó voltarás". Não se trata de algo negativo. Antes pelo contrário! É Tempo de gratidão e de compaixão. Estas não são meros sentimentos, mas duas ações que estão na raiz da felicidade, como uma mão estendida
Numa época em que a guerra é invocada como um destino inevitável, a única resposta possível às tensões geopolíticas, é redescobrir o significado profundo da palavra "paz". «O Papa Leão XIV, na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, lança um desafio radical: a paz deve ser "desarmada e desarmante"
Nos últimos dias tivemos notícias de dois sacerdotes que terão posto fim à própria vida. Muitas questões se levantam sobre a saúde mental quer dos leigos, quer dos consagrados a Deus. Muitas questões sobre a ideia que temos dos padres e da sua felicidade. Questões que abarcam a sua humanidade, a sua
O tempo voa, e muitas vezes sentimo-nos sem fôlego quando chegamos aos nossos compromissos agendados. Este ano não é exceção, e foi assim que entramos na Quaresma. A Quaresma é um tempo poderoso de conversão do coração, da mente e de toda a pessoa, de desprendimento das nossas paixões. Um tempo para
A Bíblia serve para tudo? Esta reflexão vem a propósito do que ouvi ao longo destas últimas semanas por causa das eleições presidenciais. A Bíblia sempre pôde ser usada para tudo. Para amar ou para odiar. Quem o faz pode ser crente ou não crente. E a pregação fundamentalista ou o evangelho do ódio,
«O amor e a amizade conhecem a possibilidade de um fim, de uma queda; a fraternidade não, porque somos irmãos e irmãs para sempre, e ninguém escolhe os seus irmãos e irmãs. Mas este estatuto de fraternidade é simultaneamente um dom e uma tarefa; estamos na mesma ordem que a communitas, o lugar do cu
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