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Diz-se que a liberdade é poder fazer o que se quer, mas quem decide o que quer? Há em nós forças que podemos aprender a guiar e outras que são mais selvagens. As vontades são as forças que nos levam a vencer obstáculos e a conquistar o que decidimos alcançar: o esforço que somos capazes de escolher
O período entre o Natal que acabou de passar e o final do ano que se aproxima lentamente é diferente de qualquer outro. Tivemos a celebração da Sagrada Família que já não a vivemos de forma frenética. Tudo parece suspenso, como se o calendário tivesse decidido abrandar e fazer uma pausa. As luzes ai
Termino o ano com a reflexão que talvez seja de mais consistência no meu dia a dia: a vida tem uma sabedoria única e nós vamos compreendendo com o desfiar do novelo a beleza de cada instante...mesmo todos aqueles instantes que nos pedem uma presença que nem sempre sabemos sustentar, mas que ainda as
Numa época que parece já não precisar de Deus: Eis a tecnologia! Eis a inteligência artificial! Eis que desenvolvem novos conhecimentos e novas conquistas!... Numa época em que a frequência dos sacramentos e a vida de fé estão a diminuir significativamente, embora muitos afirmem crer mesmo sem frequ
Na ala oeste da Casa Branca, Trump colocou um "Hall of Fame" com descrições dos anteriores presidentes e no caso de Joe Biden (o único que não tem fotografia) começa—"O Dorminhoco Joe foi, de longe, o pior presidente na História Americana."— Este episódio divulgado pelas notícias perturbou-me. A dec
Na pequena aldeia de Vale Sereno, o inverno chegava sempre mais cedo do que nos outros lugares. As manhãs eram cinzentas, e o nevoeiro pousava nos telhados como um velho lençol esquecido. As pessoas caminhavam depressa, encolhidas nos casacos, como se a estação fria lhes roubasse também a esperança.
Hoje parece que o perdão é cada vez mais raro, como se ele não fosse tão precioso para quem o dá como para quem o recebe. Chega até a haver quem prefira alimentar os ressentimentos em vez de viver em paz com o mundo e consigo mesmo. Todos erramos. Muitas vezes. Julgar alguém com base num único ato