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O que eu vivo agora não é o meu destino final. Por pior ou melhor que seja o momento atual, não nos devemos deixar levar pela ilusão de que tudo acaba aqui e será para sempre assim. O peregrino não desespera porque ainda não chegou. Sabe que demorará, que terá de sofrer e que nunca chegará se não a
Quando os nossos olhos se abrem para ver de verdade, dificilmente haverá retrocesso! Porque tudo fica mais claro, mais intenso, mais impossível de nos deixar deslumbrar com a superficialidade, de acreditar que as vidas são perfeitas e que só nós é que temos dores! É que cada um trava as suas batalha
Ninguém chega à nossa vida por casualidade. Há quem venha para nos ensinar, para nos testar, para nos fazer perder a cabeça. E há quem venha para nos alinhar, para nos nutrir e para nos recordar do nosso propósito como pessoas, neste plano terreno. Há pessoas que, quando se cruzam connosco, gostaría
Vivemos numa sociedade cada vez mais fragmentada. A intolerância tem aumentado e cada mudança é vista como uma ameaça, tanto a nível internacional como a nível nacional. O período que se seguiu à 2ª Guerra Mundial, levou-nos a acreditar que a liberdade e a paz entre as nações era um dado adquirido.
Todos precisamos de um abraço que nos abrigue.
A generosidade não tem nome, é espontânea e nasce por inteiro. Tem uma linguagem, muitas vezes, silenciosa. Não faz alarido. Não se mede pelo que se dá. A generosidade flui, entrega-se com um sorriso. É simples e extraordinária ao mesmo tempo.
O sentido da vida é amar. Só dessa forma se pode alcançar a felicidade. A determinação com que se tem de agir leva-nos muitas vezes a grandes angústias e desesperos, porque não se ama quando se quer amar apenas pela metade. Amar é sempre entregar-se por completo, sem prudências. E se tudo aquilo em
Ler um livro é profundamente humano. Se uma criança nunca pegar num livro, nunca aprenderá a ler como aprende a andar porque não é uma coisa natural ao nosso corpo e cérebro. Muitas pessoas pensam ainda que ler é uma questão de gosto, mas quem se habitua a ler sabe que é uma questão de treino. O p
Ainda ontem, novamente, fui surpreendido por esta questão. Uma pergunta demasiado simples, demasiado madrugadora. Há muito mais por detrás da lógica do like das redes sociais. Aliás, se pensarmos bem, não é uma pergunta assim tão absurda. Para a nossa atual cultura, onde o “like”, o gosto, o julgame