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Todos temos lugares secretos. No nosso interior moram geografias onde (quase) ninguém entra. Aí podemos guardar o melhor e o pior de nós. Viajamos por lá, tantas vezes, e esses lugares podem trazer-nos sorrisos fecundos e genuínos ou lágrimas infinitas de dor.
Uma das coisas que o período de confinamento nos ensinou foi que o tempo está em vias de extinção.
Ontem, um grande amigo partilhou comigo uma frase em inglês que diz algo do género: "Quando um homem planta árvores sob cuja sombra sabe que nunca haverá de sentar-se, começou então a entender o sentido da vida."
Hoje, a liturgia do 15º domingo do Tempo Comum, do Ano A, coloca-nos ao pé do mar, para vislumbrarmos a sua omnipotência e escutarmos as ondas de mar, que nos presenteiam com belas Parábolas. Quem de nós não adora uma boa história? O Mestre sabe bem o que nos vai no coração… «Pois àquele que tem da
A esmagadora maioria dos suicídios não resulta de vontade própria, antes sim, de depressão em estado terminal.
Quando for grande quero caminhar à volta de Deus. Esperando que Ele me conte tudo de novo. Que me explique tudo tim-tim por tim-tim e que assim resolva as questões que trago junto do meu coração.
Existem visões fixas sobre as coisas que se assemelham a uma esfera por ser considerado como um sólido perfeito. Mas isso é uma visão uniforme que não corresponde à realidade com toda a diversidade que observamos à nossa volta. Essa realidade expressa-se melhor com uma visão poliédrica com diferente
Acredito que os abraços encerram, dentro do seu meigo aperto, poderes verdadeiramente curativos. Acredito que somos mais felizes quando abrimos os braços para receber a presença de alguém que amamos ou a presença daqueles a quem desejamos o bem.