Vivemos numa sociedade cada vez mais fragmentada. A intolerância tem aumentado e cada mudança é vista como uma ameaça, tanto a nível internacional como a nível nacional. O período que se seguiu à 2ª Guerra Mundial, levou-nos a acreditar que a liberdade e a paz entre as nações era um dado adquirido.
Todos precisamos de um abraço que nos abrigue.
A generosidade não tem nome, é espontânea e nasce por inteiro. Tem uma linguagem, muitas vezes, silenciosa. Não faz alarido. Não se mede pelo que se dá. A generosidade flui, entrega-se com um sorriso. É simples e extraordinária ao mesmo tempo.
Pouco ou nada se sabe de Deus… Mas diz-se que cada um sabe de si e Deus de todos, o futuro a Deus pertence e Ele não dorme, Deus tarda mas não falha e escreve direito por linhas tortas, o Homem põe e Deus dispõe e a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Temos a convicção de que a Deus nad
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, ao Deus que é, que era e que há de vir.
São tantas as desgraças e catástrofes que assolam aqueles que criaste para ti! Guerras, terremotos, inundações e incêndios destroem quotidianamente a tua criação. Uns por força da natureza, mas tantos pela mão do Homem. Avanços médicos transformados em armas biológicas, preparadas para causar o maio
O sentido da vida é amar. Só dessa forma se pode alcançar a felicidade. A determinação com que se tem de agir leva-nos muitas vezes a grandes angústias e desesperos, porque não se ama quando se quer amar apenas pela metade. Amar é sempre entregar-se por completo, sem prudências. E se tudo aquilo em
Ler um livro é profundamente humano. Se uma criança nunca pegar num livro, nunca aprenderá a ler como aprende a andar porque não é uma coisa natural ao nosso corpo e cérebro. Muitas pessoas pensam ainda que ler é uma questão de gosto, mas quem se habitua a ler sabe que é uma questão de treino. O p
Ainda ontem, novamente, fui surpreendido por esta questão. Uma pergunta demasiado simples, demasiado madrugadora. Há muito mais por detrás da lógica do like das redes sociais. Aliás, se pensarmos bem, não é uma pergunta assim tão absurda. Para a nossa atual cultura, onde o “like”, o gosto, o julgame