Nestes longos e difíceis meses, foram muitas as ocasiões em que o papa, ao rezar e meditar sobre a pandemia, convidou à abertura a um novo olhar para os últimos e para a pobreza, a dar novo sentido e forma à palavra solidariedade.
O tempo exigente que agora nos cabe viver é feito de desafio, que nos convidam a não olhar para trás com saudosismo, mas a querer fazer desta crise uma oportunidade para “não sair iguais”, mas melhores.
Num mundo em que todos julgam primeiro e fazem as perguntas depois, faz diferente.
Uma vez, durante a missa, aconteceu um facto singular. O meu pequeno, que nada sabia, viu-me e ao meu marido a traçar com o polegar da mão direita o sinal da cruz sobre a fronte, lábios e coração. Olhou-se, curioso, e depois, com determinação extrema, tomou com as mãozinhas a mão do papá e levou-a à
Com a celebração do Pentecostes terminou o Tempo Pascal e, também este ano, o nosso jejum eucarístico forçado pela pandemia.
Um dos aspetos característicos da tradição católica é que ela olhou sempre com simpatia para a razão, considerando que representa uma dimensão constitutiva do ser humano que deve ser envolvida na opção da fé e na existência evangélica que se lhe segue. Com efeito, o cristianismo não é uma opção irra
Começamos lentamente a sair de casa, mas não desligados. E mais do que nunca! A comunicação remota veio para ficar – e quem a poderia ainda olhar de soslaio aprendeu o seu enorme potencial. Obriga-nos isto a reflexões importantes, que não só nos devem fazer pensar e rezar este assunto como nos devem
A solenidade de Pentecostes é celebrada no quinquagésimo dia após a Páscoa. Nela, fazemos memória do cumprimento da promessa de Jesus aos seus discípulos (Jo 16,7-24; Lc 24,49; At 1,8).
Hoje, a Liturgia desta grande e intensa Solenidade envia o Espírito Santo de Deus a abrir portas fechadas, a rasgar desalentos que matam, a edificar Paz na dúvida, a mostrar a alegria do Ressuscitado, a soprar o Perdão e a Misericórdia Divina. 50 dias após a Sua Ressurreição Jesus vem e oferece o q