Que a quarentena não seja só um violento recurso forçado, do qual vemos apenas os aspetos negativos. Este pode ser o momento para irmos ao encontro daquilo que perdemos; daquilo que deixamos sistematicamente por dizer; daquele amor para o qual nunca encontramos nem voz nem vez; daquela gratuidade re
Comportamo-nos, nestes dias, como se o mundo já tivesse acabado. O pessimismo (mais do que compreensível) leva-nos a perder o Norte, o Sul, e toda e qualquer direção. Há momentos do dia em que somos brindados com pensamentos perigosos: e se isto não acabar? E se eu fico doente? E se alguém que eu go
«Os tempos pedem que fiquemos em casa, a cuidar de nós e dos nossos»: por isso, a Paulus Editora disponibiliza gratuitamente quatro livros, em formato digital, para aprofundamento da Quaresma e do tempo a seguir à Páscoa, bem como para instruir, de maneira apelativa, os mais novos, envolvendo, desta
Estamos a viver a Quaresma. E que Quaresma! Os sentimentos são diversos. Vão da simples indiferença, passam pelo medo, pelas atitudes de trabalho até quase ao pânico. Por enquanto, para muitos este vírus "passa ao lado" porque ainda não afetou ninguém conhecido ou amado. Para outros, porque já perde
O papa convidou hoje os cristãos de todo o mundo, independentemente das suas Igrejas e Comunidades a que pertencem, a orarem a oração que Jesus ensinou, o Pai-nosso, na próxima quarta-feira, 25 de março, ao meio-dia.
Afortunadamente, a par dos terroríficos e quase morbosos noticiários televisivos sobre a pandemia, aparecem vozes alternativas, positivas e esperançosas.
Hoje, a liturgia do 4º domingo da Quaresma do Ano A abre a nossa vida à Luz do Cristo: «Eu vim a este mundo para exercer um juízo: os que não vêem ficarão a ver; os que vêem ficarão cegos». Esta luz, que é a Boa Nova, cega os nossos olhos. Ficamos sem ver! Uma grande desgraça se apodera da nossa vid
Sabem de confinamento e reclusão mais do que ninguém: as carmelitas descalças de Cádiz oferecem os seus conselhos baseados na sua experiência de vida aos que, agora, se veem obrigados a ficar em casa.
Quando as notícias formaram um cerco invisível, obrigando os habitantes a ficar em casa, muitos entraram em “modo de pânico”. As áreas comerciais foram invadidas como se tivessem ressoado as trombetas do apocalipse. Regressavam a casa exaustos, mas carregados de bens, alguns dos quais podiam ser con