Não tem mal ficar calado. Não somos obrigados a ter as respostas que todos procuram. Não temos de carregar o peso de colocar palavras em muitas das situações que devem atravessar o silêncio.
Líbano: Igreja é sinal de esperança, apesar do sofrimento e fome
A sensibilidade ao toque é diferente. Antes colocava a mão em qualquer manípulo, fosse do elevador, ou das portas de entrada no prédio. Antes carregava em qualquer interruptor de luz. Não me importava de tocar na mão do outro, na sua cara. Mas a pandemia veio alterar cada toque.
Precisamos de recuperar a pureza: a de pensamentos e intenções. A dos actos.
Quando eu quero ter tudo, acabo por me perder dentro de mim. Acabo por não saber bem para onde vou porque, na verdade, não quero ir a lugar algum.
O Papa Francisco está a tornar-se, cada vez mais, o único líder global que se preocupa verdadeiramente com a globalidade dos problemas que afetam a humanidade.
Na última crónica citei o Papa Francisco na celebração de 27 de Março, onde nos chamou à atenção esta realidade: viajamos todos na mesma embarcação. Muitos acreditam ou defendem que não viajamos no mesmo barco, apesar de enfrentarmos a mesma tempestade.
Hoje, a liturgia do 26º domingo do Tempo Comum, do Ano A, indica-nos o caminho do arrependimento, ensina-nos a acreditar na Justiça Divina e mostra-nos a caridade, o Amor profundo que O Pai tem por cada um de nós! O Bom Pastor com uma parábola sobre um pai e dois filhos inquieta-nos: «Qual dos do
O amor exige-nos que não sejamos egoístas nem orgulhosos, pelo que a primeira das condições para uma obra de amor é que ela tenha apenas o outro em vista. Nunca devemos usar o outro para nos exibirmos, nem mesmo para nós mesmos.