Somos tentados a sentir que não há condições para o Natal. Não há espírito. Parece que nos falta o que já não volta. Que sentimos as ausências mais do que nunca. Que compreendemos, agora, o que perdemos.
Faltam menos de 15 dias para essa festa tão global, que é o Natal, que eu próprio tenho medo…
Hoje, no 3º Domingo do Advento, a dúvida que toca a cada coração humano: «Que devemos fazer?» é calada por aquele que não é digno de desatar as sandálias do Mestre.
As luzes acendem-se por todos os lugares e o seu brilho convida-nos a contemplar o presépio: um quadro de ternura neste tempo abundante em estrelas, em anjos, em encontros felizes.
Todos querem falar, ninguém quer ouvir. Muitos expressam o que pensam e sentem, mas poucos se deixam impressionar.
Isto contado ninguém acredita. É exatamente isto que se passa quando pensamos e refletimos sobre a história de Deus com a humanidade. Então se nos referirmos preferencialmente a toda a história para este Deus se fazer um entre nós e um como nós, temos, sem sombra de dúvidas, de Lhe dar todo o valor
Há iniciativas que nascem da vontade cidadã e cristã de contribuir com uma gotinha de água para mudar uma situação ou uma vida.
Esta é a canção de Natal pela qual todos esperávamos: ouça o novo single dos ABBA “Little Things” sai do mais recente trabalho, “Voyage”. Todos os lucros conseguidos vão para o fundo global da UNICEF.
Deus, onde estás? — «Aqui.» (intuímos e cantamos) — Mas, aqui, onde? Quando cantamos, talvez nos estejamos a referir ao lugar onde estamos. Mas, aqui é demasiado indefinido para poder encontrar Deus seja em que lugar for. Ou suficientemente indefinido para O poder encontrar onde quer que seja. Ou, t