Inicio a minha reflexão com uma saudação, que é ao mesmo tempo agradecimento, ao Papa Francisco pelo seu 10º aniversário no seu ministério petrino. E faço-o partilhando a primeira reação que um amigo, sacerdote italiano, escreveu numa rede social naquele dia 13 de março de 2013.
O pontificado do Papa Francisco tem sido pródigo em imagens fortes que o perpetuam numa dimensão próxima dos fiéis católicos, cumprindo o seu propósito de ir ao encontro das periferias.
Sabes, aquela sensação de bem-estar, quando fazes algo que te dá tanto prazer que nem te apetece que o dia acabe? Imagino que seja um sentimento semelhante ao que os discípulos de Emaús tiveram e que os levou a pedir que Jesus ficasse mais um pouco? Ou a que os discípulos tiveram quando subiram ao m
Para quem vives? Tão importante quanto saberes em quem te queres tornar é saberes a quem queres oferecer os teus dias e anos.
O que fará a Igreja com as suas cinzas? Nos últimos dias, após a apresentação do relatório da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais contra as Crianças na Igreja Católica Portuguesa, ficou a sensação de que surgiria uma nova era. Parecia estar tudo alinhado para que, em conjunto, fos
Se a pandemia foi um momento difícil para todos nós, a guerra na Ucrânia não é menos difícil apesar da distância que nos impede de ouvir o estrondo das bombas. Recentemente, num livro com escritos essenciais do P. Thomas Berry (1914-2009), sacerdote Passionista, li que após as duas Guerras Mundiais
Fundação AIS promove Campanha SOS para os Cristãos da Nigéria
É muito difícil falarmos das nossas feridas. É complicado assumir que as temos. Que as vemos. Que podemos, até, viver à sombra destas durante toda a vida sem nunca nos apercebermos.
A pergunta de Jesus dirigida aos seus seguidores dá título ao livro. Talvez seja a mais interpelante de todo o Novo Testamento, pois só a partir da resposta encontrada é possível o passo seguinte – o da conversão – da transformação interior que leva à assunção do ensinamento e ao seguimento.