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E acabaram-se as festas. Liturgicamente voltamos ao Tempo Comum, bem como ao nosso quotidiano… É, e bem o sabemos, a maior parte do nosso tempo. A vida humana vive-se na normalidade dos dias. A festa é o extraordinário.
Hoje, a liturgia conspira em redor do fim do pecado, o fim para tudo o que nos faz sofrer, e apresenta-nos a Esperança de que a Paz é possível: «…abriram-se os céus e Jesus viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e pousar sobre Ele.» Mas, depende de cada um de nós e da forma com que acolhemos
Com pouca vontade de pensar pela sua própria cabeça, a maior parte das pessoas prefere tomar como sua uma que já alguém pensou. O problema é que essa adoção não é inocente, traz ganhos a quem fabrica essas opiniões públicas.
Falta-nos acreditar no amor. Confiar que o amor persiste mesmo quando não o merecemos. Deixarmo-nos ser amados e assim reconstruídos vezes sem fim até ao fim dos nossos dias.
Esta frase foi-me dita em forma de provérbio por uma professora na faculdade. Sempre que terminava as suas aulas, lia-nos uma frase. Não era uma frase qualquer. Eram palavras que se juntavam para nos dizer verdades importantes. Hoje, escolho, exatamente, um desses pensamentos: «a morte é sempre uma
O título desta minha crónica é uma frase sobejamente conhecida de D. António Ferreira Gomes, Bispo do Porto entre 1952 e 1982. Vem a propósito da recente celebração da Epifania do Senhor ou Festa dos Reis Magos.
Hoje, a liturgia do Ano A ilumina-nos com a Epifania do Senhor. A Manifestação de Deus Pai, no Rosto do Seu Divino Filho, coloca-nos num caminho escuro e sentimos perdidos. Mas, é na noite, nas trevas, que o mais ténue brilho se revela no maior luzeiro jamais visto. E… Ficamos maravilhados como os
Há cada vez mais gente incapaz de lutar pelo que sonha. Passam o tempo a desejar, mas desistem pouco tempo depois de começar. Queixam-se muito e de tudo… cansaço, desalento, insucesso possível, demoras do mundo, expectativas, mentiras, guerras dentro e fora de si…