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A desculpa! Sim. Esta nova estirpe da gripe é uma boa desculpa para o isolamento que vivemos enquanto sociedade. Ouso dizer que esta gripe é paradigma do que pretendemos viver hoje e num futuro próximo.
Uma vida vazia é muito pesada. Dar a si mesmo e ao mundo uma vida digna é muito mais do que andar sempre com pressa. O valor da existência não depende da quantidade de coisas que somos capazes de fazer ou das tarefas que executamos.
Deus espera. Muitas vezes escondido dos nossos sentidos e da nossa perceção, mas vai aguardando. Vai guardando o momento em que Ele seja o nosso mais que tudo. Vai ansiando que, na liberdade das nossas vidas, Ele seja o brilho dos nossos olhos.
Winston Churchill escreveu um livro intitulado ”Pintura como Passatempo” onde partilha a descoberta desta actividade como forma de descansar a mente. Penso que todos podemos imaginar a importância para as pessoas com as responsabilidades que ele tinha de o fazerem, mas o que achei mais curioso neste
Desde sempre foram atribuídas propriedades especiais ao azeite e óleos: fortalecimento e tonificação dos membros e músculos dos atletas ou guerreiros antes do combate; tratamento de feridas e infeções; limpeza corporal e base para perfumes. Na cultura bíblica a unção é símbolo da eleição para realiz
Vivemos escondidos dentro das nossas preocupações. Optamos por não olhar em redor, por não ver, por não reparar, por não deixar que a luz dos outros interfira com a nossa. Somos protagonistas de um poema que, antes de começar a ser escrito, já acabou.
Foi a 27 de janeiro de 1945 que as tropas aliadas libertaram o campo de concentração nazi de Auschwitz-Birkenau. Ontem celebramos este dia como o Dia Internacional da Memória das Vítimas do Holocausto. Não queremos deixar cair no esquecimento este terrível genocídio de uma Alemanha nazi sobre judeus
Hoje, vivemos intensamente o 3º domingo do Tempo Comum, do Ano A. Com S. Mateus iremos visualizar os passos que o Mestre deu na terra e iremos escutar o chamamento: «Vinde e segui-Me e farei de vós pescadores de homens».
Para contrariar o processo quase natural de degradação das relações humanas com o tempo, há que estar atento e trabalhar, no sentido de as fortalecer e as renovar a cada dia. Uma espécie de manutenção ativa e permanente.