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Na Semana de Oração pelas Vocações Consagradas, recordo o Salmo 23 que inicia com: «O Senhor é o meu pastor: nada me falta.» Salmo de esperança e confiança no Senhor, certo de que ele está connosco, nos guia e conforta.
A serenidade chega às nossas vidas com palavras, olhares, sorrisos, gestos, silêncios… É como um ponto final que queremos usar! Podemos oferecê-la ou ansiá-la como pão para a boca. O mais difícil é manter o nosso peito alimentado, com aquela dose escassa de serenidade!
Importa que aceitemos que é impossível viver longe do sofrimento. As dores fazem parte da estrutura da nossa existência. As histórias concretas e individuais de cada um de nós são compostas de espaços e tempos onde a alegria apenas se faz presente através da esperança. São pedaços do que somos, tão
Eu vou cá estar. Disse um dia alguém que não tinha mãos a medir para o amor. Dava sempre mais do que o que tinha. Endivida-se por entre abraços que acolhem. Deixava crescer a sua conta de créditos em olhares capazes de renovar vidas. Colocava juros em toda a terra. Apostava tudo em terrenos secos e
Se por um lado é a quietude que nos permite re-centrar o que realmente produz valor na nossa vida, a inquietude é o que nos permite caminhar em busca de um sentido e significado para tudo o que nos faz viver.
Olhos revirados em modo de birra profunda e enraizada. Estamos saturados de tudo. Não era bem assim que queríamos a nossa vida. Não era bem esta pessoa. Não era bem este amor. Não era bem este trabalho. Não era bem aquela decisão. Não era bem assim que devia ter sido.
Já escrevi aqui algumas vezes que vivemos um tempo difícil e diverso. Difícil, porque vemos partir entes queridos, conhecidos ou mesmo pessoas com quem nunca nos cruzamos. Diverso, porque confinados a casa ou, no mínimo, a poucos contatos sociais.
Hoje, a Liturgia do 2º domingo da Páscoa, do Ano A, presenteia-nos com a camisola da Misericórdia Divina: «…àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados…». Jesus vai ao encontro dos Seus discípulos, que estavam aterrorizados, fechados em casa (como eu e como tu) e dá a Paz a cada um de
Gestas resolveu provocar Jesus desafiando-o a fazer um milagre que os salvasse a todos daquele castigo… Dimas repreendeu Gestas dizendo-lhe que, ao contrário deles, Jesus nada tinha feito de mal, pelo que não merecia aquela condenação.