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Eis-nos chegados ao mês de Maio, por excelência o mês de Maria. Os católicos, na sua generalidade, têm-lhe uma grande devoção. Eu, por formação de berço, habituei-me a rumar a Fátima no 13 de Maio. A terminologia "rumar" tem um propósito. Podemos ir a Fátima sem nunca "rumar" ou mesmo "peregrinar".
A frequência com que os termos catástrofe e trauma aparecem citados testemunha como o grau de sofrimento coletivo cresceu. E, infelizmente, continuará a crescer
Hoje, a liturgia, quer o nosso silêncio para escutarmos a Voz, à qual o nosso coração se deve abrir de par em par: «Eu sou a porta das ovelhas.»
A solidão faz parte de qualquer vida humana. Não importa com quantos amigos e conhecidos nos relacionamos. Seremos sempre sós, porque somos sensíveis e temos consciência.
Senhor da nossa Vida, dono do tempo e do mundo: A grandeza do teu Amor lança um olhar de Misericórdia para a Humanidade, e acompanha-a em cada dia,
Ajuda-me, Senhor, a rezar os recantos vazios de uma vida cheia. Vida que me dás em abundância e que renovas a cada dia Vida que consolas na tristeza, que acompanhas na solidão, Que sustentas na fraqueza e que animas no cansaço.
Já pensaste que não vale a pena ocupar tanto tempo a planear quando, de repente, podes ser arrombado por uma tempestade qualquer?