Todos temos lugares secretos. No nosso interior moram geografias onde (quase) ninguém entra. Aí podemos guardar o melhor e o pior de nós. Viajamos por lá, tantas vezes, e esses lugares podem trazer-nos sorrisos fecundos e genuínos ou lágrimas infinitas de dor.
Uma das coisas que o período de confinamento nos ensinou foi que o tempo está em vias de extinção.
Os amigos chamavam-lhe carinhosamente ‘Jota’ desde que viera viver com os pais para Nazaré e a criançada depressa começou a admirá-lo pela sua bondade, esperteza, energia e força. O rapaz, além de revelar uma serenidade e perspicácia fora do vulgar, evidenciava também uma vitalidade e robustez ao ní
Ontem, um grande amigo partilhou comigo uma frase em inglês que diz algo do género: "Quando um homem planta árvores sob cuja sombra sabe que nunca haverá de sentar-se, começou então a entender o sentido da vida."
Esta JMJ é uma oportunidade para a pastoral juvenil portuguesa se repensar e refazer. Nesse sentido, que não seja a cereja no topo do bolo mas uma nova receita do bolo.
Ser terra de Deus. Ser terra sagrada. Ser lugar onde as sementes de Deus crescem e dão fruto. Esta é a nossa vocação enquanto batizados. Só assim, o Reino de Deus se torna uma presença neste mundo.
Hoje, a liturgia do 15º domingo do Tempo Comum, do Ano A, coloca-nos ao pé do mar, para vislumbrarmos a sua omnipotência e escutarmos as ondas de mar, que nos presenteiam com belas Parábolas. Quem de nós não adora uma boa história? O Mestre sabe bem o que nos vai no coração… «Pois àquele que tem da
Os mais velhos entre nós recordam-no bem. Antes, não se ia de férias. Quando muito, voltava-se aos lugares de origem e, se possível, ficava-se algumas semanas, duas ou três, em casa dos avós ou dos tios, e era tudo. As férias, tal como eram entendidas, eram coisa de ricos. Depois vem o “boom” económ