Era uma vez um rapaz igual a todos os rapazes e que, ao mesmo tempo, era diferente de todos os outros. O seu nome era Jesus e vivia numa cidadezinha chamada Nazaré. Como todos os rapazes e raparigas, brincava e jogava com os amigos, mas, ao contrário de todos os demais, gostava muito de estar sozinh
Abre-te à luz que te habita, para que o teu caminho se ilumine. Sê mais transparente, não te enchas tanto de ti. A luz de ti mesmo precisa de um espaço para brilhar. Oferece-lhe um coração grande, com poucas coisas – quase vazio.
Quando foi a última vez que amaste? Não aquele amor lamecha. Nem demonstrado para as redes sociais, mas sim o amor à séria. Aquele que é capaz de perdoar inteiramente. O amor que fala sem ninguém escutar e que se revela sem ninguém dar por isso.
Enquanto aguardava pelo aspirador para tratar da sala, olhei para as cadeiras dispostas em cima da mesa e reparei que faziam um padrão. Não era regular, mas também não era irregular. Uma imagem simples que me levou a pensar em como são os padrões que orientam muito a nossa vida.
Volto ao perdão e ao desconfinamento interior e exterior que este nos oferece. Creio que todos nós temos zonas escuras que precisam de luz. De muita claridade.
Em que tipo de pessoa te estás a tornar?
É verdadeiramente difícil orientar-se entre tantas opiniões que se levantam nos últimos dias sobre a reabertura das escolas. Nos últimos tempos, até preocupações e problemas recorrentes são abordados com alarmismo e cenários mais sombrios. Como por exemplo, o transporte dos alunos, os equipamentos e
Há 80 anos, em agosto de 1940, Roger Schutz estabeleceu-se numa quinta que comprou na pequena aldeia francesa de Taizé.
Se interrogarmos a Escritura, verificaremos que há nela como que uma linha vermelha que indica que a única via para se viver em plenitude é a da fragilidade e da debilidade.