O que procuramos? Por onde andamos? Estaremos efetivamente à descoberta de algo ou de alguém? Vivemos para nos descobrirmos ou procuramo-nos no que vivemos?
Estava a ler o livro “A Aldeia Global” de Marshall McLuhan escrito em 1988, quando me deparei com a frase — «no ano de 2020, perto de 8 biliões de pessoas (…) encherão o planeta.» — Curioso, fui ver qual a população mundial este ano… 7.8 biliões. “Uau!” — pensei, mas reparei que havia um asterístico
Estimados irmãos e irmãs, bom dia! Continuemos a catequese sobre a oração. Alguém me disse: “Fala demasiado de oração. Não é necessário”. Sim, é necessário. Porque, se não rezarmos, não teremos forças para ir em frente na vida. A oração é como o oxigénio da vida. A oração é atrair sobre nós a prese
Num tempo que nos pede respiro - curiosamente quando a doença que assola este momento histórico afecta a respiração – assim como precisamos de alento para não banalizarmos a vida assim como para não banalizarmos a morte.
Terror na Basílica de Nice é sinal de ameaça sobre os cristãos em França
Ao completar cinco anos, a “Laudato si’”, encíclica do papa Francisco sobre o cuidado da casa comum, está no centro de inúmeras reflexões e encontros promovidos pela Igreja católica, em Portugal e no mundo, além de inspirar não crentes ou pessoas de diferentes fés. Todavia, nem todos tiveram a oport
Não somos esperançosos o suficiente. Estamos a viver um tempo sem precedentes, e inegavelmente histórico, que nos cilindrou a todos. Mas sinto que estamos como que um pouco órfãos de esperança e, até, de algum otimismo. Ficamos ofendidos se nos surpreendem com conversas com notas de muita positivida
A propósito do XVI centenário do falecimento de S. Jerónimo, ocorrido no passado dia 30 de setembro de 2020, o Papa Francisco publicou uma Carta Apostólica intitulada Scripturae Sacrae Affectus (O afeto pela Sagrada Escritura), título que reproduz uma expressão tomada da Oração Coleta da Missa da Me
Faz-nos navegar, Senhor, na barca da alegria que largámos em algum lugar, oculta entre os ramos e a folhagem. Torna-nos disponíveis para as viagens longas, como sempre são as viagens do coração.