Na última crónica citei o Papa Francisco na celebração de 27 de Março, onde nos chamou à atenção esta realidade: viajamos todos na mesma embarcação. Muitos acreditam ou defendem que não viajamos no mesmo barco, apesar de enfrentarmos a mesma tempestade.
Hoje, a liturgia do 26º domingo do Tempo Comum, do Ano A, indica-nos o caminho do arrependimento, ensina-nos a acreditar na Justiça Divina e mostra-nos a caridade, o Amor profundo que O Pai tem por cada um de nós! O Bom Pastor com uma parábola sobre um pai e dois filhos inquieta-nos: «Qual dos do
O amor exige-nos que não sejamos egoístas nem orgulhosos, pelo que a primeira das condições para uma obra de amor é que ela tenha apenas o outro em vista. Nunca devemos usar o outro para nos exibirmos, nem mesmo para nós mesmos.
Lembra-me. Lembra-me de como tudo começou. De como Te apercebeste que tudo viria a ser diferente contigo. Que tudo viria a ser diferente a partir de Ti.
A pandemia mói. Mói o juízo por nos impedir de fazer aquilo que gostaríamos. Mói por nos obrigar a alterar o modo de ser e estar. Mói por nos colocar num estado permanente de alerta quando saímos do nosso ambiente.
Elisabeth e Etienne são ainda duas crianças. Tiveram de fugir, com os seus pais, da aldeia onde nasceram no Burkina Faso por causa da violência jihadista. Os cristãos foram todos ameaçados. Se ficassem seria um verdadeiro suicídio. Fugiram mas o medo persiste. Os terroristas querem controlar todo o
O que é que fazemos quando alguém, que está por perto, tem uma atitude péssima e reveladora de mau carácter?
Mantemos um sistema de ensino que tende para o estilo de fábrica em série. Agora assumimos que as crianças podem ser autómatos. Pelo menos somos consistentes...
Entraram na nossa rotina algumas regras de combate à Covid-19: uso de máscara; lavagem frequente das mãos; etiqueta respiratória e distanciamento social. Pois é desta última que eu não gosto.