A promessa de várias vacinas possíveis veio trazer-nos uma esperança nova. Aquilo por que tanto rezámos e pedimos parece estar cada vez mais perto. Cada vez menos distante. Cada vez mais a um passo de ser verdade.
Há os que a defendem como um compromisso ético que realizamos numa hora de tamanha vulnerabilidade como a presente. E há os que a temem como um distúrbio que trará consequências
Quando penso nas coisas que quotidianamente nos ensinas, Senhor, vem-me muitas vezes ao pensamento aquela Tua palavra dirigida a Marta, num dos vossos encontros em Betânia. Tu disseste-lhe: «Uma só coisa é necessária».
Que língua falava Jesus? A resposta é espontânea: o aramaico; mas a questão é mais complicada. No século I, na Palestina, falavam-se quatro línguas: latim, grego, hebraico e aramaico. Deixemos ficar o latim, dado que era adotado apenas pelas autoridades romanas para os atos políticos ou administrati
Vinte e seis passos do Advento ao Natal
Que Advento este… Pois. Talvez este ano seja a ocasião de celebrar mais seriamente este tempo litúrgico.
As leituras de hoje sugerem-nos duas palavras-chave para o tempo de Advento: proximidade e vigilância. Proximidade de Deus e vigilância nossa: enquanto o profeta Isaías diz que Deus está perto de nós, Jesus, no Evangelho, exorta-nos a vigiar à espera d’Ele.
Desde Julho, aliás, que vários irmãos da comunidade começaram a ir aos mercados das redondezas. Nessa altura, era para vender sobretudo olaria. Com a impossibilidade de colocar à venda produtos que não fossem comida, os irmãos decidiram, no início de Novembro, iniciar o fabrico de bolachas.
Andamos todos cheios de perguntas. Quase todas sem resposta. Esta pandemia dá-nos mais incertezas do que nunca. "Éramos felizes e não sabíamos…"