Uma das perversões do capitalismo é o lucro desenfreado que tudo subalterniza, até as pessoas. Para conseguir maiores proveitos, até seres humanos são vendidos e comprados. Criaram-se novas e engenhosas formas de escravatura que escapam ao controlo da justiça, até nos países mais desenvolvidos. E pa
«Viver uma história de amor», que pode começar hoje mesmo, primeiro dia de agosto, um amor no verão mas não "de verão", daqueles que se usam e esquecem, como o de quem procura Deus para «uso e consumo» próprio, «para resolver os problemas, para ter graças a Ele aquilo que a sós não consegue obter».
Na língua portuguesa, encontramos várias palavras que têm significados semelhantes ou, até mesmo, iguais. A forma como as utilizámos, é que realça o seu verdadeiro significado.
Cardeal Tolentino aponta desafios e oportunidades para a Igreja a partir do pontificado de Francisco
Não tenham dúvidas: parar, por momentos, é muito importante para a nossa vida, para a nossa saúde. A nossa mente necessita desse ponto e vírgula na lufa-lufa habitual para se situar no mundo e para se reorganizar.
Hoje, no 18º Domingo do Tempo Comum, do Ano B, corremos atrás de Jesus para que o pão nos caia na mesa, como por milagre. (É algo que temos como um direito. Esquecemos que também temos deveres…) Então, o Messias, pacientemente, ensina-nos: «Trabalhai, não tanto pela comida que se perde, mas pel
1. Quando entro de férias, a primeira coisa que faço é... Escolher os livros que conto poder ler em sossego, sem adiamentos, absolutamente lambão.
Há quem tema o fim do mundo, se deixe esmagar pela certeza de que um dia todos deixaremos de estar aqui. Em momentos diferentes, mas todos vamos deixar este mundo.
Enquanto alguns se preocupam e gastam tempo a debater aspetos menores, como a língua em que se celebra a liturgia, felizmente há quem reflita com profundidade as águas agitadas em que navega a Igreja.