Mais do que estarmos melhores ou piores, tenho a certeza de que estamos diferentes. A tempestade que varreu as nossas vidas e rotinas no último ano e meio veio trazer ao de cima todo o lixo que havia, mas, também, toda a gentileza e a bondade que habita na zona de corais do nosso coração. Lá bem na
As feridas não desvalorizam a vida, antes a maturam, ampliam e aprofundam
Por um estranho automatismo, nunca suficientemente criticado, damo-nos mais facilmente conta do mal do que do bem
Há uma idade da vida particularmente vulnerável e preciosa, talvez não suficientemente compreendida e considerada pelos adultos-educadores, mais atentos à primeira infância com os seus desafios e à plena adolescência com as suas turbulências: trata-se da idade compreendida entre os 10-11 anos e os 1
Hoje, o 21º Domingo do Tempo Comum, do Ano B, envia-nos para um local onde nada nos falta. Não precisamos de sentir a presença de Deus. Não somos obrigados a escutar palavras duras de “um” Jesus, Filho de um Carpinteiro… De Um Alguém que nos repreende e diz: «O espírito é que dá vida, a carne não s
Afastamo-nos da experiência, do contacto com a morfologia da paisagem, da viagem apreendida pelos nossos pés
Senhor, as notícias que nos têm chegado do Afeganistão, de Moçambique e de outras paragens no planeta, deixam-nos tristes, apreensivos e com o coração apertadinho.
É no coração que se sente a felicidade e é aí que mais dói a solidão. Uma ferida sempre aberta que sente tudo com grande intensidade, chegando a fazer-nos chorar de alegria, de tristeza e também, muitas vezes, sem porquê. Quando amamos, o espaço e o tempo sentem-se como coisas ainda mais concretas d
No princípio foi o Concerto para o Bangladesh. O evento imaginado e realizado por George Harrison e Ravi Shankar há cinquenta anos foi o primeiro fundamental capítulo de um alonga história de exibições com objetivos de beneficência organizados por múltiplos personagens do universo da música popular