Até ao século III, a Páscoa era a única celebração anual da comunidade cristã. Daí o seu significado teológico: a celebração litúrgica mais importante é aquela em que se comemora a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, que é evangelicamente o centro da nossa fé. “Mas se Cristo não ressuscito
Era uma vez um rei. Era o monarca mais rico, poderoso e culto de todos os reinos. No entanto, nunca ninguém lhe vira um sorriso nem sentira afeto nas suas palavras e parecia sempre muito triste, angustiado e maldisposto.
No tempo de Jesus as roupas não eram tão abundantes como hoje são para nós. Havia pouco recursos naturais para a sua produção. O linho, a seda, o algodão não eram matérias primas acessíveis. A lã predominava porque a pastorícia era uma atividade comum e a maior parte das pessoas tinha as suas ovelha
Decide-te! Fala como um Discípulo e dá alento aos que andam tristes e abatidos. Assume a tua condição de Filho de Deus que nasceu para não recuar perante a vontade do Pai. Quando o assunto és tu e Deus, não hesites… Apresenta as costas àqueles que te batem e não desvies o teu rosto dos que te insult
Há dias em que tudo parece perder a cor. Sem porquê, uma tristeza estranha atira-nos para uma monotonia estéril. Não há nada ali. Nem dentro de nós se houve voz alguma. Como se o sentido de tudo se tivesse desfeito. O bem e o mal parecem iguais…
Na alegria surge a possibilidade de nos reerguermos. Há algo de misterioso que sustenta e dá sentido à nossa existência.
Terça-feira. Entras no carro e o teu smartphone diz que falta 1h para chegares ao teu destino. Sexta-feira. Entras no carro e o teu smartphone diz que faltam 2h para chegares ao teu destino. A inteligência artificial, mais conhecida por IA, conhece os teus hábitos. Até parece que te conhece melhor d
Quando puderes, respira fundo. Ousa adiar o que é, supostamente, urgente. Atreve-te a deixar para amanhã. A não fazer. A deixar para trás se isso significa colocares-te, a ti, em primeiro lugar.
O momento que atravessamos é marcado pelo individualismo e por uma alarmante indiferença. Todos nós já o constatamos de perto. Talvez em nós mesmos, na nossa família, no nosso trabalho ou até nas próprias notícias. Se a maior parte das vezes parece ser individual, outras é comunitária, social, e até