Nesta parábola Jesus também nos ensina apresentando-nos dois homens que constroem as suas casas de formas diferentes…um edifica a sua casa sobre a rocha e outro sobre a areia porque desejava construí-la rapidamente não investindo nessa construção grande tempo e cuidado.
É quase certo que quem não te conhece julgue que tu és uma pessoa normal, igual a tantas outras, sem nada de extraordinário. Pode até acontecer que tu mesmo, ao espelho, vejas alguém que nada tem de especial, pelo que é… normal. No entanto, a verdade é que não é assim, e não o é porque é impossível
E se soubéssemos escutar? Deixando que o outro possa entregar a sua história na nossa vida. Escutarmos para que a nossa presença se transforme em acolhimento sem julgamento permitindo que o outro seja. Usar a escuta para dar vida. Para sermos vida.
Se pensarmos na pandemia ou na guerra da Ucrânia é natural sermos confrontados com o problema do mal em relação com a bondade de Deus. E não existe idade para que alguém se questione sobre a existência de um Deus sumamente bom diante do problema do mal. Se é omnipotente, não pode fazer alguma coisa?
UCRÂNIA: Irmãs abrem portas de mosteiro contemplativo para refugiados
Podia arriscar-me a dizer: nunca. Mas isso talvez fosse demasiado exagerado. O espaço do outro pode ser meu se o outro assim quiser ou permitir. Quando o outro não me dá autorização para entrar no seu espaço, na sua “bolha”, então, quando o faço estou a incorrer numa espécie de “invasão”.
Por estamos na semana de Oração pelas Vocações lembrei-me desta história de Gianni Rodari.
Quantas vezes nos sentimos perdidos? Quantas vezes sentimos que somos com um barco à deriva, deixando-nos levar pela maré? Ou porque achamos que é mais fácil assim ou então porque, achamos que já não vale a pena lutar.
Nestes dias pensar em “mães” é ter presente as mães da Ucrânia e o que têm feito para salvar os filhos dos horrores da guerra. E talvez lembrar outras mães da Etiópia, do Iémen, da Síria, e de outras guerras a que nos habituámos. Pensar em trabalho é também lembrar as situações de exploração e mesmo