Uma estrela nas nossas mãos vazias
Há angústias que nem o Natal apazigua…
O natal deixa-nos com um presente nas mãos: confia-nos um verbo para todos os dias do ano. E esse verbo é nascer
A vida é simples, mas não é fácil.
E se o Natal não for só alegria? Muitas vezes achamos que esta época só pode trazer tudo de bom. Abanamos fortemente as bandeiras da família, do amor, da solidariedade, da união e da felicidade mágica. No entanto, esquecemo-nos que este pode também ser um tempo de tristeza e até de alguma ansiedade.
Não existem dois flocos de neve iguais. E os padrões formados pelas ramificações maravilham o nosso olhar. A razão da unicidade destes flocos é a aleatoriedade presente no fluir do ar atmosférico. As pessoas dizem muitas vezes que nada acontece por acaso, ou até que o acaso é o pseudónimo de Deus qu
Não esperes pelo Natal para pedir perdão.
Todos sabemos que a nossa sociedade é consumista. Mesmo em tempo de crise, obriga-nos a dar muita atenção à exterioridade, à imagem; cria necessidades a satisfazer; fecha-nos em ambientes abafados onde não fazemos, ou não queremos fazer, perguntas sobre o sentido de tudo o que vivemos e fazemos.
Precisamos tanto de a encontrar: a esperança. De a encontrar e de deixar que ela nos envolva e nos conforte.