Era uma vez um rapaz que viu um passarinho no chão a piar e a tremer de frio. Caíra do ninho e, como a mãe não o viera buscar, recolheu-o e cuidou dele até ser capaz de comer sozinho e começar a esvoaçar.
Muito se fala quando não se sabe o que se há de dizer. Gostamos muito de dar opiniões sobre o que não conhecemos. Sobre o que não nos diz respeito. Sobre o que arde na casa alheia, mas que não chega a ser na nossa rua. Claro que podemos conversar, discutir e dialogar sobre todos os assuntos e mais a
Perante os últimos acontecimentos que têm assolado a sociedade portuguesa, políticos com problemas com a justiça ou as greves que abalam a escola pública, voltei à mensagem do Papa Francisco do Dia Mundial da Paz de 2021.
Será que nos falta tempo ou o nosso tempo estará mal gerido? Muitas vezes recusamos convites, dizendo que não temos tempo. Se nos convidam para fazer parte de algum grupo paroquial, facilmente dizemos não termos tempo. Mas será que estamos a gerir bem o nosso tempo? Provavelmente usamos esta “descul
Pessoas que nos abraçam e nos deixam (de)morar.
Não sou de um só lugar. Sou de cada pedaço de caminho que me permite ir de onde estava para onde quero ou tenho de ir. Tenho tantas casas que sou mais do caminho que as liga do que de alguma delas.
E se o silêncio falasse tudo? Sentimos, muitas vezes, a necessidade de encontrar as palavras. De conseguir responder de imediato ao que nos é pedido ou questionado. Agimos como se a nossa comunicação se resumisse unicamente ao verbal.
«Colocar de novo no centro a palavra “juntos”. Com efeito, é juntos, na fraternidade e solidariedade, que construímos a paz, garantimos a justiça, superamos os acontecimentos mais dolorosos.» — Este é o convite que o Papa Francisco fez na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz. “Juntos construímos a
2022: Ano negro para os Cristãos e para a liberdade religiosa no mundo