Esta Via Sacra é uma obra original para entrar no mistério das questões sobre a fé e sobre a verdadeira humanidade do homem.
Penso que muitos de nós, tal como alguns fariseus no tempo de Jesus, permanecemos no pecado. No Evangelho deste domingo ficamos agarrados à cura do cego de nascença. Ainda esperamos que o Cristo que acreditamos altere a nossa vida num passo de magia. Mas o texto diz-nos muito mais...
Alguém que seja abrigo. Alguém que seja porto seguro. Onde (re)pousar no final de tudo. E no início. E sempre.
Vi este testemunho num programa de televisão sobre ‘o mundo dos cegos’. Uma senhora, cega de nascença, com cerca de sessenta anos, dizia, mais ou menos, isto: “Eu gosto muito da vida. É bom viver. Não percebo como é que as pessoas se aborrecem da vida. Eu nunca estou às escuras. Só quando entro num
Já te fizeram esta pergunta? Na verdade, a maior parte das vezes em que ouvimos esta pergunta é no sentido retórico. Geralmente quer expressar um sentimento de injustiça perante alguma coisa.
Em muitos desafios da nossa vida julgamo-nos indignos de alcançar o sucesso. Talvez por causa do que sabemos sobre nós mesmos, tendo em conta as nossas faltas e falhas, em muito pouco semelhantes aos méritos aparentes de quem nos rodeia.
De que se mascaram os fariseus da nossa Igreja? Relembrar a rigidez e as intransigências dos fariseus faz-me questionar se não vivemos tempos em que tenhamos, dentro da nossa instituição, alguns comportamentos característicos daqueles senhores do templo. Irónico alguns destes tiques serem encontrado
São importantes as velhas virtudes que temos de aprender a tratar por tu
Era uma vez um homem cuja ruindade e antipatia eram conhecidas de todos. Como estava no ocaso da sua vida, decidiu ir falar com um velho eremita que vivia numa caverna da montanha e confessou estar amargurado porque as pessoas não gostavam de si e não reconheciam bondade alguma no seu coração. Então