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Hoje, celebramos o dia de Santa Ana e S. Joaquim e o 17º domingo do Tempo Comum, do Ano A. Somos envolvidos por imagens que nos contam histórias de gente como nós. O Messias, O Netinho muito amado, conquista-nos com estas comparações e quer que os nossos passos se acertem aos Dele, na construção do
Talvez ainda tenha oportunidade para me perguntar sobre o que andei a fazer durante tanto tempo. Por que razões fui adiando o importante e preferi distrair-me a tratar das urgências sem grande valor.
Não estamos sós. Não estamos sozinhos mesmo quando o mundo nos parece querer demonstrar que ninguém nos pode resgatar. Não somos esquecidos até nos momentos em que ninguém se lembra de nós. Não somos ignorados nem nos dias em que ninguém nos visita.
Com o mar imenso de informação na ponta dos dedos, o que fica retido na nossa memória e transforma-nos, quando tanta coisa acontece ao mesmo tempo? Antes dizia-se que a novidade de hoje pode já não sê-lo amanhã, mas, de momento, a novidade desta hora pode já não o ser no minuto seguinte. O tempo enc
Somos imbatíveis na forma como julgamos os outros. Dentro da nossa cabeça, vamos criando cenários incríveis que justificam as atitudes alheias. Infelizmente, os cenários que imaginamos nunca são os melhores (para os outros).
Sem querer escandalizar ou provocar alguém, acredito que há sempre um lado positivo num acontecimento trágico. Podemos aprender sempre algo de novo. O incêndio na Catedral de Nantes deste fim de semana, pode e deve ser uma nova lição.
Hoje, no 16º domingo do Tempo Comum, tens a cabeça a prémio. Jesus quer-te! És ramo fundamental na grande árvore que dá sombra e abrigo, aos mais pequenos passarinhos! E o Mestre, O Cristo, é Aquele que te valoriza e ensina: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei verdades ocultas desde a c
Se lhe abrirem a porta, não é preciso muito tempo até que o orgulho tome conta de qualquer relação. Devorando-a sem que ninguém se aperceba. Chegando a um ponto em que as guerras e as indiferenças se vão sucedendo umas às outras. Não há paz, apenas ruínas e inquietações.
Há sempre uma casa. Há sempre um lugar onde podemos regressar sem que nada nos seja pedido. É um lugar de encontro e de comunhão que nos permite elevar a nossa vida.