Amar é aceitar e respeitar. Mais do que esperar por mudanças ou tentar que elas aconteçam, amar é receber o outro como ele é, não como alguém que poderá ser melhor, mas sim como alguém que é bom tal como é.
Um dia houve alguém que nos marcou. Fez os caminhos da vida dando a conhecer a beleza da complexidade da simplicidade. Tornou-se o mais simples dos simples. Fez-se próximo de quem se tornava tão distante de si mesmo e dos outros. Abriu portas de uma vida eterna através do Verbo dinamizador. Nele a a
«Nunca está só quem é pessoa. [O ser humano] torna-se pessoa numa correspondência de reciprocidade e de relação. É ser si mesmo como outro que torna o ser humano uma pessoa.»
Estamos em pleno verão. Tempo de férias, de relax, de tempos vagarosos. Um tempo precioso, mas não óbvio, e por isso a pedir opções. Com efeito, pode ser um espaço vazio, de total descompromisso, de não sentido, ou tornar-se tempo oportuno para a regeneração do físico, do espírito, das relações. Um
O tempo urge! É uma sucessão de dias, de horas, minutos e segundos. E os anos passam. Ocupamos agendas com afazeres e os buracos das agendas com encontros apressados. Porém, são esses, em verdade, os que poderiam acrescentar mais sabor à nossa vida.
O norte da Nigéria vive quase em guerra com os cristãos a serem atacados com uma frequência assustadora por extremistas islâmicos. A violência terrorista tem deixado marcas devastadoras. Há aldeias que quase foram riscadas do mapa. No entanto, apesar das ameaças, as irmãs dominicanas encaram o futu
Quase 700 mil portugueses com mais de 15 anos participaram em atividades de voluntariado em 2018. Ou seja, não chega a 8% da população. Fique a conhecer o perfil dos que se dedicam ao voluntariado em Portugal
Não sei se teremos a consciência desta verdade: o mundo vai para além de nós e do que queremos dele. Normalmente, não nos apercebemos disso. Acreditamos que veremos o fundo do mar e as maravilhas do oceano se mergulharmos a partir do centro do nosso corpo. Não me parece que queiramos arriscar muito
«Só no céu há descanso.» Mortos. Quantas vezes ouvimos uma expressão semelhante? Nos lábios semicerrados num subtil esgar de estoico sofrimento, alguém nos quer dizer: «Tu também paras, mas eu não posso permiti-lo porque pertenço à restrita elite de quem não pode». O efeito desejaria ser culpabiliza