A desculpa! Sim. Esta nova estirpe da gripe é uma boa desculpa para o isolamento que vivemos enquanto sociedade. Ouso dizer que esta gripe é paradigma do que pretendemos viver hoje e num futuro próximo.
Será que a gratidão é algo natural ao ser humano ou precisamos todos de aprendê-la? A pergunta surgiu-me ao ver uma reportagem sobre pessoas que nasceram com grandes incapacidades físicas. Da coragem com que as assumiram e ultrapassaram, fazendo o que parecia impossível, emanava uma gratidão pela vi
1. A Igreja Una e Santa celebra no dia 2 de Fevereiro, quarenta dias depois do Natal, a Festa da Apresentação do Senhor, que as Igrejas do Oriente conhecem por Festa do Encontro (Hypapantê) e dos Encontros: Encontro de Deus com o seu Povo agradecido, mas também de Maria, de José e de Jesus com Simeã
O desejo de felicidade inscrito no coração do homem é, acima de tudo, uma inquietação divina que não cessa de nos interpelar. Para alcançar este bem último, é necessária uma boa dose de apurada capacidade de discernimento para descortinar as razões últimas da existência humana.
«Tu fizeste-nos para ti, Senhor, e o nosso coração não tem paz enquanto não repousa em ti.» Esta afirmação de Agostinho (“Confissões”), célebre e repetida de geração em geração, pode recapitular bem o fundamento colocado na oração cristã desde a época dos grandes Padres até aos nossos dias. Nessa vi
Uma vida vazia é muito pesada. Dar a si mesmo e ao mundo uma vida digna é muito mais do que andar sempre com pressa. O valor da existência não depende da quantidade de coisas que somos capazes de fazer ou das tarefas que executamos.
Deus espera. Muitas vezes escondido dos nossos sentidos e da nossa perceção, mas vai aguardando. Vai guardando o momento em que Ele seja o nosso mais que tudo. Vai ansiando que, na liberdade das nossas vidas, Ele seja o brilho dos nossos olhos.
O Papa concluiu a Audiência Geral com uma recomendação aos fiéis: ler o capítulo quinto do Evangelho de Mateus e decorar as bem-aventuranças: "São uma mensagem para toda a humanidade".
Winston Churchill escreveu um livro intitulado ”Pintura como Passatempo” onde partilha a descoberta desta actividade como forma de descansar a mente. Penso que todos podemos imaginar a importância para as pessoas com as responsabilidades que ele tinha de o fazerem, mas o que achei mais curioso neste