Uma das perguntas que toda a criança começa a ouvir desde cedo é esta: “O que queres ser quando fores grande?” E as respostas suscitam admiração, aprovação ou condescendência dos adultos que gostam demasiado de fazer aterrar os sonhos infantis. É interessante que se pergunta sobre “ser”, confundindo
Neste Domingo VII do Tempo Comum, continuamos a escutar nas alturas, em alta frequência e alta fidelidade, o que não se pode escutar cá por baixo, em onda média, no meio do barulho e do entulho. E soam hoje, aos nossos ouvidos atónitos, no nosso coração atónito, as duas últimas das «seis antíteses»
Hoje, a liturgia do 7º domingo do Tempo Comum, do Ano A, Ama-nos! A certeza de que somos os Filhos mais queridos de Deus é-nos apresentada com exemplos concretos e sem dúvidas. Vem em forma de pedido… vem ao jeito de uma ordem que não quer ser imposição: «Amai os vossos inimigos e orai por aqueles q
Jesus não desiste de nos incitar a ir «para além» do razoável, do sensato, do normal, do aceitável, propondo-nos metas que nos obrigam a romper as fronteiras do previsível para entrar em territórios com uma certa dose de irracionalidade, lugares do imprevisível. Sim, o horizonte do discípulo é sempr
A 22 de fevereiro, a Igreja celebra a Festa da Cátedra de São Pedro, uma ocasião importante que remonta ao século IV e que rende comemoração ao primado e autoridade do Apóstolo Pedro, o primeiro Papa da Igreja.
A vida de cada um de nós não é composta apenas de tranquilidade e alegrias, mas também de muitas preocupações e tristezas. O sofrimento faz parte da existência. Importa saber aceitá-lo como é e, partindo daí, chegar a combatê-lo de forma tão forte e eficaz quanto possível.
Deus ama. E quando achamos que Ele nada faz, Ele continua a amar. Para além de todos os nossos limites. Para além de tudo aquilo que achamos que somos merecedores. Para além de tudo aquilo que o mundo idealiza como deve ser o amor.
As histórias de três padres raptados na Síria, Iraque e Iémen
És parte de uma experiência social ou protagonista na sociedade? Foi esta a questão que me coloquei ao rever o filme ”A Rede Social” sobre a história do Facebook. O que se tornou viciante foi o facto desta rede social digital tocar no que nos é mais profundo: o sentido de relacionalidade. Todos esta