Por vezes acordamos mais cansados do que estávamos quando nos deitamos. Nesses dias, torna-se pensoso investir nas atividades que exigem um olhar atento e reflexos rápidos. Um corpo ferido por motivos de má alimentação ou por enfermidade adia uma história e permanece bloqueado diante de uma encruzil
«Sendo criados pelo mesmo Pai, estamos unidos por laços invisíveis e formamos uma espécie de família universal, uma comunhão sublime que nos impele a um respeito sagrado, amoroso e humilde» (papa Francisco, “Laudato si’”, 89).
Muitos párocos e leigos mal sabiam operar uma câmara de vídeo, e ei-los não só a aprender a funcionar com elas, como a preparar e a concretizar ligações à internet para as celebrações e mensagens. O Facebook e o WhatsApp foram amplamente explorados.
No fundo do nosso coração, desejamos que o mundo não mude nada do que temos de bom na nossa vida. Alimentamos uma esperança de que o bem que nos rodeia, o que temos e as pessoas boas que fazem parte do nosso presente, fiquem para sempre.
Eu nem sei se Te cheguei a ouvir. Foi-se tudo juntando em Teu favor. Foi-me dado a conhecer tudo a Teu favor. Nunca através da imposição, mas sim por obra da minha libertação. Foi e é caminho feito de eternas dúvidas, mas que são amparadas. Nada disto é feito para viver sem medos. Este foi o trilho
Está a erguer-se em Havana a primeira Igreja Católica desde a revolução
Talvez seja o que sentes neste momento da história humana em que temos de nos precaver e ser prudentes em sair de casa, e estar com os outros. Viver uma vida normal quando o “normal” é diferente, gera alguma tensão.
Com muita facilidade estramos no espaço da desconversa e, como as conversas são como as cerejas, quando já damos conta perdemos o tema inicial. E o fio à meada.
«Nós», «os outros»: quantas vezes recorremos a estas categorias para compreender problemas e justificar atitudes. Ora, se estivermos mais atentos, dar-nos-emos conta de que é difícil definir as fronteiras entre estas duas entidades.