Começamos a sentir o tempo a mais como um peso. Quando pensávamos que teríamos uma oportunidade de fazer as coisas para as quais não havia tempo, vemo-nos confrontados com o peso de nos libertarmos de uma epidemia, aprisionando-nos em casa. Queremos respirar liberdade e encontrei a forma de o fazer
«Temos, culturalmente, pouca disponibilidade para escutar a crise» e perceber que ela «pode ser um austero mestre» que «aparece para evitar o pior», ou seja, «o desencontro com a nossa verdade.»
A pergunta ouve-se aqui e ali, repete uma inquietação milenar: onde está Deus neste tempo em que morrem milhares de pessoas por causa da pandemia? Onde está Deus nas multidões de crianças, adultos e idosos que desde há muito – desde sempre? – perdem a vida por causa da fome, guerra, migrações, explo
Temos um inimigo entre nós. Já lá vão algumas semanas e o inimigo instalou-se debaixo das nossas esperanças, das nossas expectativas, da nossa qualidade de vida, da nossa pele, das nossas mãos, dos nossos pés, da nossa vida.
A palavra Esperança é neste último mês, bem como nos próximos, o desiderato mais pensado, desejado, rezado e expresso pela grande maioria da população quando ouve as palavras coronavírus ou covid-19. Como enfrentar um "inimigo" que não se vê e que é tão letal como este vírus?
"Criatividade do amor, é disso que precisamos hoje". Papa "entra nas casas" das famílias
Estamos a entrar num tempo que nos faz pensar (cf. Mateus 26,14– 27,66). «Todos os seres humanos vão a Deus no seu sofrimento, choram por ajuda, pedem felicidade e pão, salvação da doença, da morte. Assim fazem todos, todos, cristãos e pagãos… Os seres humanos vão a Deus no seu sofrimento, encontram
O tom deste Domingo de Ramos é dado pela bela página de Mateus 21,1-11, que nos mostra o Rei messiânico a tomar posse da sua Cidade, a «Cidade do Grande Rei» (Salmo 45,5; 47,2-3; Tobias 13,11; Mateus 5,35), a Esposa bela que nascerá do seu Sangue: Esposa cúmplice da Morte do Esposo, e beneficiária d
Hoje, a liturgia do Domingo de Ramos, do Ano A, toma a Palavra de Deus e faz Dela Carne, Sangue e Vida. O Nosso Salvador é Aquele que se abandona no regaço do Pai e acata, mansamente, tudo o que Este Lhe diz: «Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que Eu o beba, faça-se a tua vontade».