Já se notam os efeitos sociais da pandemia. Está a aumentar o número de desempregados devido à falência ou reestruturação de muitas empresas. Enquanto a economia não retomar - o que não será para breve -, muitos irão necessitar de ser apoiados nas suas necessidades básicas.
Com as férias do Verão, aumenta o risco de se ceder à tentação de ler um livro. Dou-lhe razões para não o fazer.
A esmagadora maioria dos suicídios não resulta de vontade própria, antes sim, de depressão em estado terminal.
Quando for grande quero caminhar à volta de Deus. Esperando que Ele me conte tudo de novo. Que me explique tudo tim-tim por tim-tim e que assim resolva as questões que trago junto do meu coração.
De muitas coisas Ele lhes falou com parábolas (Mateus 13,1-9). As parábolas saem da voz viva do Mestre. Escutá-las é como escutar o murmúrio da fonte, o momento inicial, fresco, espontâneo do Evangelho. As parábolas não são um remedeio ou uma exceção, mas o extremo mais alto e genial, o mais refinad
Porque é que todos os anos, melhor, todas as vezes, é a mesma história? Porque é que é tão difícil aceitar ser-se orgulhosamente nortenho, e ao mesmo tempo patrioticamente português, convictamente europeu e, sobretudo, entusiasticamente… humano? Porque é que uma qualquer destas pertenças me tem de e
Era o ano de 1915, nos exórdios da primeira guerra mundial, e o então popular escritor polaco, naturalizado inglês também no nome e apelido, Joseph Conrad, publicava um dos seus muitos romances, intitulado “Victory”. Ele fazia referência explícita a um parágrafo, semelhante a uma marcha triunfal, qu
Existem visões fixas sobre as coisas que se assemelham a uma esfera por ser considerado como um sólido perfeito. Mas isso é uma visão uniforme que não corresponde à realidade com toda a diversidade que observamos à nossa volta. Essa realidade expressa-se melhor com uma visão poliédrica com diferente
A história de Teresa, uma religiosa num dos países mais pobres do mundo