Talvez seja o que sentes neste momento da história humana em que temos de nos precaver e ser prudentes em sair de casa, e estar com os outros. Viver uma vida normal quando o “normal” é diferente, gera alguma tensão.
Com muita facilidade estramos no espaço da desconversa e, como as conversas são como as cerejas, quando já damos conta perdemos o tema inicial. E o fio à meada.
«Nós», «os outros»: quantas vezes recorremos a estas categorias para compreender problemas e justificar atitudes. Ora, se estivermos mais atentos, dar-nos-emos conta de que é difícil definir as fronteiras entre estas duas entidades.
No prefácio do livro escrito pelo Patriarca de Moscovo Kirill, lemos que «o presente livro apresenta reflexões, citações e discursos catequéticos do papa Francisco que versam o tema da oração, ou melhor, o seu valor e utilidade. Para ele, «a oração é o primeiro e principal “instrumento de trabalho”
Ainda estamos muito longe de nos tornarmos melhores cidadãos, melhores pessoas, melhores membros de um grupo (seja ele qual for).
E agora, de onde nos virá a salvação? Desde há largas semanas, todos esperamos que alguém diga uma das palavras mágicas: vacina, tratamento, cura. E, mesmo iniciando o regresso a um quotidiano possível, sentimo-nos ainda tolhidos pelo medo, por muitos medos, mesmo que não ousemos confessá-lo. Medo d
Depois do "Estado de Emergência" é compreensível e até legítimo o desejo do regresso a uma certa "normalidade", a uma "vida quotidiana" que era a nossa. Porém, vamo-nos apercebendo que essa dita "normalidade" ainda não existe. O que existe é muita incerteza.
Está a chegar ao fim o tempo em que os sacerdotes se viram obrigados a celebrar a Eucaristia em privado.
Para João Paulo II era claro que as próprias religiões precisam de reganhar uma credibilidade espiritual. Repensou criticamente o passado da Igreja e pediu perdão pelo recurso histórico à violência