Hoje, no 16º domingo do Tempo Comum, tens a cabeça a prémio. Jesus quer-te! És ramo fundamental na grande árvore que dá sombra e abrigo, aos mais pequenos passarinhos! E o Mestre, O Cristo, é Aquele que te valoriza e ensina: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei verdades ocultas desde a c
Se lhe abrirem a porta, não é preciso muito tempo até que o orgulho tome conta de qualquer relação. Devorando-a sem que ninguém se aperceba. Chegando a um ponto em que as guerras e as indiferenças se vão sucedendo umas às outras. Não há paz, apenas ruínas e inquietações.
Há sempre uma casa. Há sempre um lugar onde podemos regressar sem que nada nos seja pedido. É um lugar de encontro e de comunhão que nos permite elevar a nossa vida.
Todos temos lugares secretos. No nosso interior moram geografias onde (quase) ninguém entra. Aí podemos guardar o melhor e o pior de nós. Viajamos por lá, tantas vezes, e esses lugares podem trazer-nos sorrisos fecundos e genuínos ou lágrimas infinitas de dor.
Uma das coisas que o período de confinamento nos ensinou foi que o tempo está em vias de extinção.
Os amigos chamavam-lhe carinhosamente ‘Jota’ desde que viera viver com os pais para Nazaré e a criançada depressa começou a admirá-lo pela sua bondade, esperteza, energia e força. O rapaz, além de revelar uma serenidade e perspicácia fora do vulgar, evidenciava também uma vitalidade e robustez ao ní
Ontem, um grande amigo partilhou comigo uma frase em inglês que diz algo do género: "Quando um homem planta árvores sob cuja sombra sabe que nunca haverá de sentar-se, começou então a entender o sentido da vida."
Esta JMJ é uma oportunidade para a pastoral juvenil portuguesa se repensar e refazer. Nesse sentido, que não seja a cereja no topo do bolo mas uma nova receita do bolo.