Porque é que o ser humano continua, empedernido, a refutar a obra de Deus? Mistificando-a, manipulando-a, revirando-a? Porque é que experimentamos, em nós e à nossa volta, o entrançamento inextricável entre luz e trevas? Onde está a salvação trazida pelo Mestre?
Com o mar imenso de informação na ponta dos dedos, o que fica retido na nossa memória e transforma-nos, quando tanta coisa acontece ao mesmo tempo? Antes dizia-se que a novidade de hoje pode já não sê-lo amanhã, mas, de momento, a novidade desta hora pode já não o ser no minuto seguinte. O tempo enc
Crescer rodeados de amigos pode fazer a diferença nas nossas vidas. Quem nos dá a mão e nos aceita como somos ao longo do caminho? O que é isto da amizade?
Somos imbatíveis na forma como julgamos os outros. Dentro da nossa cabeça, vamos criando cenários incríveis que justificam as atitudes alheias. Infelizmente, os cenários que imaginamos nunca são os melhores (para os outros).
Mas será que os leu todos? Quando vês uma livraria imponente, talvez atrás de uma pessoa que fala da sua casa para o telejornal, também fazes a mesma pergunta? A resposta inteligente deu-a Umberto Eco, que tinha 30 mil livros: não. Porque a biblioteca não é o apêndice do nosso ego, mas um instrumen
O que é, então, a consciência? É a voz de Deus em cada ser humano criado à sua imagem e semelhança, capaz de bem e de mal. É, para cada pessoa, o critério último e definitivo do seu pensar, falar e agir.
Sem querer escandalizar ou provocar alguém, acredito que há sempre um lado positivo num acontecimento trágico. Podemos aprender sempre algo de novo. O incêndio na Catedral de Nantes deste fim de semana, pode e deve ser uma nova lição.
São os primeiros a chegar à maternidade e reconhecem de imediato qualquer parecença familiar. Seguram com confiança a fragilidade de um recém-nascido e adormecem birras de sono como mais ninguém. São avós. Andam de mãos dadas pelos passeios. Ficam quietos à beira-mar, enquanto as ondas molham pés pe
Se os velhos são reduzidos a números, e a números com escassa relevância humana e social, podemos até superar airosamente a crise sanitária, mas sairemos diminuídos como comunidade