Uma cena poderosa, dramática, o «juízo universal» (Mateus 25,31-46), que, na realidade, é o desvelamento verdade última do viver, revelação daquilo que permanece não mais nada permanece: o amor.
Quase todos queremos ir para o céu, mas poucos se esforçam por descobrir, escolher e aceitar o seu caminho para lá chegar.
Ele anda por aí. Comprometido connosco e com o projeto do Reino. Continua a depositar toda a Sua fé na nossa fé. Frágil. Pequena. Cheia de dúvidas e inquietações, mas mesmo assim não se descose de nós em momento algum.
No nosso caminho de catequeses sobre a oração, hoje encontramos a Virgem Maria como Mulher orante. Nossa Senhora rezava. Quando o mundo ainda não a conhece, quando é uma simples donzela, noiva de um homem da casa de David, Maria reza. Podemos imaginar a jovem de Nazaré, recolhida em silêncio, em diá
Há coisas que me deixam... estupefacto. Donald Trump apressa a autorização para a exploração petrolífera de uma região protegida do ártico antes da tomada de posse de Biden. Bolsonaro acha que muitos estão a sobredimensionar os efeitos desta pandemia e que o Brasil não é um país de “maricas” (como s
Fundação AIS lança campanha para apoiar as Irmãs Dominicanas no Iraque
A história de Zaqueu (Lucas 19,1-10) é uma das favoritas do Evangelho, especialmente para as crianças, por ser tão rica de pequenos detalhes que revelam algo do que acontece quando alguém encontra Jesus.
Apoderou-se de nós um desalento pegajoso. Uma espécie de desânimo conformado que pesa nas costas, nos ombros e no coração.
O particular interesse desta publicação está na autoridade do autor de cada comentário, o próprio papa Francisco.