Temos dificuldade em aceitar muitos dos comportamentos das pessoas que nos rodeiam e com quem convivemos.
Recomeçar!... Recomeçar é um verbo que não gostamos muito de usar. Recomeçar parece implicar que falhamos e é necessário voltar ao início… Mas esta é a realidade humana quer queiramos ou quer não. Tantas, mas tantas vezes é-nos pedido para recomeçar. Tantas, mas tantas vezes, somos nós próprios que
Francisco volta a falar no Angelus sobre a fofoca: "por favor, irmãos e irmãs, façamos um esforço para não fofocar". A passagem do Evangelho deste domingo fala da correção fraterna, e convida-nos a refletir sobre a dupla dimensão da existência cristã: a dimensão comunitária e a dimensão pessoal.
Neste domingo, que tem já sabor de recomeço... trabalho, aulas, rotinas, uma proposta para nos ajudar a ler os livros e a vida devagar.. Contra todas as pressas, a leitura lenta da vida e dos textos, permite que se gere em nós um algo novo.
Vivemos um tempo diferente. Um tempo que nos obriga a parar e a isolar. Um tempo duro e inundado de dúvidas. Não conseguimos fazer planos a médio/longo prazo, temos planos e sonhos em standby, temos a vida suspensa num tempo indeterminado. Mas não será este o tempo de reinventar?
Hoje, a liturgia do 23º domingo do Tempo Comum, do ano A, reconcilia-nos com o nosso próprio coração. Só nos podemos sentir amados se aprendermos a amar, verdadeiramente, esta condição inata de Cireneu na vida de todos (sem distinção)! Ficar indiferente perante as asneiras que os outros fazem, é re
Não nascemos confiantes. Tornamo-nos confiantes, à medida que vamos arriscando mais, e nos dispomos a aceitar, com a mesma naturalidade, tanto o sucesso como o ridículo.
Não tem mal não ficar. Às vezes é melhor sair de todo o barulho e deixar que o silêncio nos diga tudo. O movimento nem sempre traz todas as respostas. A rotina nem sempre nos oferece as certezas que buscamos. Há sempre um outro jeito. Mais misterioso e secreto capaz de mostrar que faz sentido partir
Será possível que a decisão tomada num instante possa mudar a face do planeta tal como o conhecemos? Sim. E a face a que me refiro, felizmente, é a que conheces. Pois, se Stanislav Petrov tivesse confiado na tecnologia, em vez de confiar na sua interioridade humana, o mundo seria bem, mas bem difere