As leituras de hoje sugerem-nos duas palavras-chave para o tempo de Advento: proximidade e vigilância. Proximidade de Deus e vigilância nossa: enquanto o profeta Isaías diz que Deus está perto de nós, Jesus, no Evangelho, exorta-nos a vigiar à espera d’Ele.
Desde Julho, aliás, que vários irmãos da comunidade começaram a ir aos mercados das redondezas. Nessa altura, era para vender sobretudo olaria. Com a impossibilidade de colocar à venda produtos que não fossem comida, os irmãos decidiram, no início de Novembro, iniciar o fabrico de bolachas.
Andamos todos cheios de perguntas. Quase todas sem resposta. Esta pandemia dá-nos mais incertezas do que nunca. "Éramos felizes e não sabíamos…"
Advento, tempo de espera. Não apenas de um dia, mas daquilo que os dias, todos os dias, de forma silenciosa, transportam: a Vida, o mistério apaixonante da Vida que em Jesus de Nazareth principiou.
Vigiar é amar e esperar. No meio da escuridão que também se abate sobre nós, em que os sofredores têm rosto e nome, todos podemos ajudar Jesus a nascer pois Ele é o dia que esperamos. Podemos ler na mensagem deste Advento dos Bispos de Portugal: “O Deus do Advento vem para o meio desta pandemia, peg
No 1º domingo do Advento, do Ano B, o Homem deixa a sua casa ao cuidado dos Servos. Parte! Deixa a promessa que voltará: «…se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se de manhãzinha; não se dê o caso que, vindo inesperadamente, vos encontre a dormir.» Eis que descobrimos: o nosso tempo nã
A 1.ª milha é muito importante, permite que as coisas funcionem. Mas é a 2.ª milha que lhes dá brilho e sabor.
É preciso muita humildade para reconhecer que não somos tão fortes nem tão independentes quanto talvez gostássemos.
Tornou-se ainda mais difícil vermo-nos. Passamos menos tempo fora das nossas casas. Temos mais de metade da cara escondida por causa do vírus e do frio que chega até nós. E quando andamos pelas ruas fugimos com medo de tudo e de todos.