«Se não estivermos confinados até lá…» Quem não viu ou ouviu, nestes dias, esta precaução insinuar-se nas conversas mais simples? Ela está de regresso, como refrão que prepara os espíritos para o inelutável aperto sanitário. E, ao mesmo tempo, desgastando ainda mais os nossos nervos.
Não é necessário que alguém chame a atenção dos outros para as suas próprias virtudes. Se a virtude existe, então dar-se-á a saber de forma subtil, como se se tratasse de um perfume.
40 jovens sonham seguir a vida religiosa num país minado pela violência
Hoje gostaria de me concentrar na oração que podemos fazer a partir de um trecho da Bíblia. As palavras da Sagrada Escritura não foram escritas para permanecer presas nos papiros, nos pergaminhos ou no papel, mas para serem recebidas por uma pessoa que reza, fazendo-as brotar no próprio coração. A p
A neblina que ontem cobria os montes dissipa-se. Alguém passeia o cão pela rua. Um carro passa, depois uma carrinha. O céu esbranquiçado pelas nuvens mostra que é dia. Sei que o Sol emerge no horizonte, mas não o vejo. Os momentos que passamos a contemplar o que a nossa janela permite ver parecem in
Como escrevia Anne Frank, “o que aconteceu não pode ser desfeito, mas podemos impedir que volte a acontecer.”
O vírus do Amor é muito mais poderoso e contagiante do que qualquer pandemia.
Temos ouvido muitos especialistas, muitos médicos, muitos epidemiologistas, muitos políticos, muitos jornalistas, muitos moderadores, muitos enfermeiros, muitos professores, muitos pais e muitas mães, muitos alunos, muitos cuidadores, muitas pessoas. Todos se sentem no direito de dar a sua opinião.