Futuro Bispo de Rumbek, no Sudão do Sul, é vítima de atentado a tiro
O ano passado, com os cansaços e as restrições que conhecemos, destacou de maneira particular um fenómeno inquietante: o progressivo enclausuramento dos nossos adolescentes no espaço cada vez mais restrito dos seus quartos. É uma reclusão voluntária, acompanhada por um número estranhamente exíguo de
«Na plenitude da alegria pascal, exultam os homens por toda a terra…»: durante os cinquentas dias entre a vigília pascal e o Pentecostes, o prefácio da oração eucarística da missa convida-nos diariamente a viver a alegria da ressurreição. Uma alegria universal que deveria envolver toda a humanidade.
Esta é talvez uma das perguntas mais difíceis que já nos fizemos. Normalmente, fazemo-la quando nos sentimos a atravessar um deserto tremendo, a viver um grande sofrimento, uma doença, uma partida de alguém amado, uma situação de desespero escuro.
Que respeito temos com o nosso corpo? Esta é uma pergunta que muitas vezes faço a mim mesmo: Respeito-me, no meu corpo?
Um abraço bom. Um abraço forte.
A alegria não é um estado de isenção, mas requer de nós uma exposição interminável ao adestramento, à paixão e à prova
Lá fora, entre praças e paredes, há muitos jovens que não conseguem nem querem identificar Deus. Quero continuar a dar-lhes voz. Explorar a negação, promover as dúvidas, dilatar a reflexão, alimentar a esperança. Uma graduação baseada não na intensidade das palavras, mas na leve e impercetível matiz
«Quem é Deus para ti?» Uma pergunta precisa, íntima, encadeante. A meio caminho entre o intelecto e o coração, as certezas e as dúvidas, a razão e a fé. Dada a minha jovem idade, não posso não me sentir envolvido. Um pensamento vai para os jovens que frequento. Como responderiam?