Nunca estamos bem. Ou não temos dinheiro ou não temos saúde. Ou queremos estar sozinhos ou queremos que não nos larguem a mão. Ou queremos poupar muito para o futuro ou gastar tudo porque só se vive uma vez. Ou gostávamos de um trabalho de sonho mesmo com outras áreas a correr mal ou preferimos que
Nos últimos tempos temos sido assaltados por notícias que envolvem os nossos políticos em constantes polémicas. A última é a ida das três principais figuras de Estado a este Mundial de futebol tão polémico quanto ao respeito pelos Direitos Humanos.
Ainda há coisas boas, sabes? Por mais que pareçam mostrar-te que não. Por mais que pareçam fazer-te sentir e acreditar que não. Por mais que (quase) consigam. Ainda há coisas boas.
No Domingo em que celebramos o encerramento do ano Litúrgico C, onde nos despedimos do Evangelista da Misericórida, das Parábolas, peço a intercessão de S. Lucas para nos refrescar o rosto com o belo diálogo entre Jesus e Dimas.
Será que há um Deus capaz de dar fé a uns, mas a outros não? Será que somos nós que devemos inventar aquilo em que acreditamos a partir do nada?
Depois de tudo o que temos vindo a saber sobre a Igreja e sobre o avançar do Mundo fico extremamente contente por ainda ver jovens católicos. É verdade que não temos o número de jovens que desejávamos (basta olharmos para tantas Eucaristias) e, em muitos momentos, parece que não conseguimos levar Aq
Como se distingue o tempo perdido como experimentado ou desperdiçado? Se considerarmos o tempo como a medida da mudança, o que muda quando experimentamos o tempo? E que diferença existe relativamente a sentirmos que desperdiçámos tempo? Será que o tempo desperdiçado é tempo perdido porque nada mudou
Acredito que nada nos acontece por acaso. Não conhecemos ninguém por acaso e ninguém se atravessa na nossa vida por mera coincidência. Acredito que cada momento, por muito estranho ou inesperado, traz uma lição, uma sugestão de rumo ou um trilho anunciado.
«Para entender Bergoglio é preciso ler os Evangelhos… está lá tudo.» Marcelo Figueroa