Somos feitos de abraços, de olhares, de apertos de mão. As nossas relações não se contentam com um telefonema, uma fotografia, um “like” na rede social. Esta pandemia que nos obriga à distância: se por um lado nos abriu os olhos para a nossa necessidade de sentir fisicamente as pessoas queridas, por
«Que ninguém tenha medo de se encontrar convosco, depois da peregrinação terrena, na esperança de ser recebido nos braços da vossa misericórdia infinita. Que a irmã morte corporal nos encontre vigilantes na oração e repletos de todo o bem praticado ao longo da nossa existência, breve ou longa que te
Lídia Jorge observa com sagacidade e deixa o aviso: “misterioso é o sentimento da misericórdia, não tem hora marcada para entrar ou sair do ser humano”
Hoje, no 31º Domingo do Tempo Comum, do Ano C, somos dignos de ver Jesus! Subimos a uma árvore e lá está ELE! Mas, quem nos encontra… quem nos fita com o olhar é o Próprio Mestre.
É tão importante saber onde é como saber qual o caminho para lá chegar. Depois, e uma vez que não deve ser uma viagem fácil, que forças serão precisas para vencer as dificuldades desse percurso?
Cabem todos/as. É este o grande ensinamento de Jesus. É que n'Ele e no Pai cabem todos/as. Não há divisões. Não classificações. Não há critérios de seleção. Em Jesus e por Jesus existem pessoas que na sua inteireza fazem caminho de busca e de encontro.
A poetisa Mary Oliver não é a única a ligar a atenção a uma postura orante e de devoção. Mas todos reconhecemos como as pessoas podem ser devotas de outras coisas que não sejam de teor espiritual. Podemos ser devotos à família, ao trabalho, a uma actividade artística, mas o traço comum nessas pessoa
Bispo de Kharkiv, na Ucrânia, alerta para os dias duros do Inverno
As três palavras fazem parte da nossa vida. Nenhuma delas será pouco saudável quando olhada com conta, peso e medida. O problema mora no facto de não sabermos, sempre, equilibrar todas e distingui-las umas das outras.