Nas minhas últimas crónicas tenho-me referido, por diversas vezes, à coerência de vida. O evangelho do passado domingo, suscitou-me novamente este desejo de seguir Jesus à séria.
Sobre pessoas que nos mostram o lado mais bonito da vida. Que nos mostram até o lado mais bonito de nós. Pessoas que nos mostram o lado mais bonito de tudo. E que, só por isso, nos fazem acreditar que ainda vale a pena. Que tudo isto vale a pena. Sobre pessoas que nos fazem acreditar.
Hoje, no 16º Domingo do Tempo Comum, do ano C, a liturgia quer-nos recolher no Senhor da Vida, mas também nos quer acolher em albergues seguros e felizes. Somos a Marta! Somos a Maria! Somos Abraão e Sara! Somos S. Paulo! Marta, Abraão e Sara que sabem acolher O Senhor. Maria e S. Paulo que sabore
O silêncio é uma forma simples e muito eficaz de dar espaço e tempo ao outro. De lhe dar a importância que outros lhe negam sempre que decidem carregá-lo com discursos sem fim nem grande sentido.
Jesus oferece-se como solução para todos os fardos que possamos ter. Coloca em Si o peso de tudo aquilo pelo que podemos estar a batalhar. Esta frase, pronunciada por Jesus aos Seus discípulos e às pessoas que O acompanhavam deve ter tido um enorme impacto, porque para além de serem palavras fortes,
Era uma vez uma família que tinha três filhos. Os dois rapazes e a menina tinham idades bem diferentes e, apesar de serem muito amigos, discutiam por tudo e por nada. A última conversa acesa acontecera quando o gato subira para cima de uma árvore do jardim e não conseguia descer. A menina dizia que
Dormimos mal. Parece que, por muito que o corpo precise de descanso, a cabeça não quer deixar. Faz-nos, diariamente, um desfile com as nossas maiores preocupações, com os cenários imaginários (que dificilmente se concretizarão), com as possibilidades de tragédia, de abandono, de não merecimento, de
Cada vez estou mais ciente que a evangelização passa pelo testemunho de vida. Imitando São Bento, que ontem celebramos, é pela oração e pelo trabalho que mostramos ao mundo quem somos e em quem acreditamos.
Hoje, a liturgia do 15º Domingo do Tempo Comum, do ano C, arranca-nos todas as desculpas que poderíamos elaborar, para não nos assumirmos como Baptizados. Mas, é no Evangelho, que O Mestre das Parábolas ensina-nos quem é o nosso Próximo,