Era uma vez um professor muito inteligente. Dava aulas nas melhores universidades do país e, paulatinamente, foi-se tornando muito famoso e rico. Era um homem imensamente orgulhoso, prepotente e egoísta e tratava com altivez, aspereza e arrogância os colegas, os alunos e até os próprios familiares.
Entropia. A maior parte das pessoas pensa que se associa a um grau de desordem. E até poderia ser uma verdade absoluta. Mas, dizia John von Neumann, — «como ninguém sabe muito bem o que se entende por entropia, numa discussão, todos estão em vantagem.» — Ou, talvez a vantagem seja a da abertura a pe
Nunca conheci quem dissesse: “mudei a minha vida e foi incrivelmente fácil!” ou “sinto-me profundamente calmo com esta mudança na minha vida!”.
O seu breve pontificado centrou-se nas três virtudes teologais – fé, esperança, caridade – e, como recorda, no Prefácio, o Cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin, «não foi a passagem de um meteorito que se extingue após fugaz trajeto, mas é cada vez mais sinal e exemplo luminoso daquela contin
Depois de seis dias em reuniões de pais em que estes demonstraram, quer a preocupação de uma maior autonomia que a escola exige às crianças que transitaram para o 2ª Ciclo, quer a ansiedade que sentem nos filhos no Ensino Secundário que é forçosamente pré-universitário, eis que chega o tempo de esta
Hoje, o Evangelho do 24º Domingo do Tempo Comum, do Ano C, esbanja Miseriórdia pelos quatro cantos do mundo. No meio dos pecadores O Mestre fala do Amor profundo, que Deus sente por cada um de nós. S. Lucas é o Evangelista das Parábolas da Misericórdia: a moeda perdida, a ovelha que foge, o Filho m
Há os que vão à frente, mais adiantados, por vezes muito depressa, na expectativa de abrir um caminho por desbravar, por onde todos possam passar, e há os que vão mais atrás porque não conseguem acompanhar ou porque recusam acelerar o passo, na convicção de que têm um ritmo seguro e é melhor não pux
Nada é impossível a quem tem a coragem de viver com fé. Os milagres rodeiam-nos apesar de quase nunca serem aqueles que desejamos.
Ainda há quem nos olhe. Sem segundas intenções. Sem a pressa de nos tirar medidas. Sem a tentação de formar julgamentos. Existe quem nos olhe de verdade. Há quem ainda comunique com o olhar. Usam a linguagem do silêncio para que não fique nada por dizer. Utilizam a gramática da proximidade para que