Era uma vez uma rapariga que todos os dias tinha de apanhar o autocarro para ir trabalhar. Como vivia numa aldeia afastada quase vinte quilómetros da cidade onde tinha o seu emprego, a viagem era sempre muito aborrecida e cansativa e, na maior parte das vezes, ia a pensar na morte da bezerra ou de o
Magoa-nos saber que aqueles que amamos não nos ouvem.
Vivemos em Páscoa. É esta a nossa grande sorte: a de vivermos inteiros e eternamente erguidos. No entanto, o que podemos fazer com esta realidade? O que podemos realizar ao saber que fazemos parte desta Ressurreição de Jesus, o Nazareno? Não somos suscitados por Ele para nos vangloriarmos. Não nos é
Ir a Roma e não ver o Papa expressa o vazio de perder algo significativo num evento ou numa viagem. Tenho a sorte de estudar em Roma e preparo-me para ser ordenado padre dentro de algumas semanas. Como muitos, vi e ouvi muitas vezes o Papa. Rezamos juntos. Mas nunca tinha falado com ele nos sete ano
Nigéria: Igreja está presente entre os mais pobres na Diocese de Abuja
Dia era 13 de fevereiro e o relatório da Comissão Independente que investigou os abusos sexuais na Igreja era divulgado, num terramoto embrulhado em testemunhos brutais que chocaram a sociedade portuguesa. As portas já se tinham aberto lá fora, noutras geografias. Dos Estados Unidos a França, os rel
A catequista Maria Luísa Boléo abraçou, ao longo da sua vida, a missão de evangelizar pela palavra, pela escrita, pelo testemunho.
A ressurreição de Jesus é a reviravolta operada por Deus. Com essa ação, a história ultrapassa o que parecia o seu estreito horizonte irremovível
Hoje proclamamos que Ele, o Senhor da nossa vida, é «a ressurreição e a vida» (Jo 11, 25) do mundo. É Páscoa, que significa «passagem», porque, em Jesus, realizou-se a passagem decisiva da humanidade, ou seja, a passagem da morte à vida, do pecado à graça, do medo à confiança, da desolação à comunhã