A Tarde do Cristianismo discute as transformações da fé na vida humana e na história, o autor apresenta a atual crise da Igreja como uma transição para uma nova etapa na história do cristianismo. Apresenta uma visão do Cristianismo do futuro como uma comunidade ecuménica, capaz de uma compreensão no
No entanto, mais do que lembrar os mortos, é necessário reflectir sobre os vivos, e não na dor arrancada ao peito pelos que amámos e perdemos, como se também uma parte de nós se tivesse extinto, mas no juízo colectivo do socialmente correcto, nos cumprimentos e favores capciosos que fingem altruísmo
São muitas as imagens que nos chegam a toda a hora. Imagens de guerra, de choro e de sangue, enquanto preparamos o jantar ou terminamos as tarefas para o dia seguinte. Imagens de pessoas que têm tudo, quando metade do mundo vive sem nada. Imagens de desgraças pelo mundo todo, enquanto preparamos a r
Regressam aos meios de comunicação social nestes primeiros dias de novembro as imagens das visitas aos cemitérios. Ainda que a agressividade do vírus as torne diferentes dos anos anteriores, o significado destes encontros da memória permanece intacto.
Somos feitos de abraços, de olhares, de apertos de mão. As nossas relações não se contentam com um telefonema, uma fotografia, um “like” na rede social. Esta pandemia que nos obriga à distância: se por um lado nos abriu os olhos para a nossa necessidade de sentir fisicamente as pessoas queridas, por
«Que ninguém tenha medo de se encontrar convosco, depois da peregrinação terrena, na esperança de ser recebido nos braços da vossa misericórdia infinita. Que a irmã morte corporal nos encontre vigilantes na oração e repletos de todo o bem praticado ao longo da nossa existência, breve ou longa que te
Lídia Jorge observa com sagacidade e deixa o aviso: “misterioso é o sentimento da misericórdia, não tem hora marcada para entrar ou sair do ser humano”
Hoje, no 31º Domingo do Tempo Comum, do Ano C, somos dignos de ver Jesus! Subimos a uma árvore e lá está ELE! Mas, quem nos encontra… quem nos fita com o olhar é o Próprio Mestre.
É tão importante saber onde é como saber qual o caminho para lá chegar. Depois, e uma vez que não deve ser uma viagem fácil, que forças serão precisas para vencer as dificuldades desse percurso?