Francisco é certamente um protagonista improvável e mais improvável ainda é o caminho a que ele se propõe
Devemos procurar a felicidade em todos os momentos, não apenas nos que parecem mais propícios. Nos outonos e invernos da nossa vida há muito mais que fazer do que simplesmente esperar pelo tempo que chamamos bom.
Estamos prestes a iniciar um novo tempo litúrgico. O Advento começa neste Domingo e daremos início a mais uma caminhada até ao Natal. Voltaremos a ser convidados a prepararmo-nos para a vinda do Deus que se fez carne e que continua a querer visitar-nos no mais simples, no mais pequeno e no mais impr
O tempo oportuno (kairos) não se controla porque depende do momento presente. É acolhido e desafiante. Mas o tempo sequencial (chronos), medido pelos relógios nos pulsos de quase todas as pessoas neste planeta, ou através do ecrã do seu telemóvel, não é menos desafiante. E, por isso, sentimos a nece
Nunca estamos bem. Ou não temos dinheiro ou não temos saúde. Ou queremos estar sozinhos ou queremos que não nos larguem a mão. Ou queremos poupar muito para o futuro ou gastar tudo porque só se vive uma vez. Ou gostávamos de um trabalho de sonho mesmo com outras áreas a correr mal ou preferimos que
Nos últimos tempos temos sido assaltados por notícias que envolvem os nossos políticos em constantes polémicas. A última é a ida das três principais figuras de Estado a este Mundial de futebol tão polémico quanto ao respeito pelos Direitos Humanos.
Ainda há coisas boas, sabes? Por mais que pareçam mostrar-te que não. Por mais que pareçam fazer-te sentir e acreditar que não. Por mais que (quase) consigam. Ainda há coisas boas.
No Domingo em que celebramos o encerramento do ano Litúrgico C, onde nos despedimos do Evangelista da Misericórida, das Parábolas, peço a intercessão de S. Lucas para nos refrescar o rosto com o belo diálogo entre Jesus e Dimas.
Será que há um Deus capaz de dar fé a uns, mas a outros não? Será que somos nós que devemos inventar aquilo em que acreditamos a partir do nada?