A evolução do Pai Natal inclui uma viagem à volta do mundo que rivaliza com aquela que é feita na noite de Natal.
Agora que a contagem decrescente para o Natal começou, e voltamos a procurar os símbolos natalícios que ornamentam as nossas casas, é importante perguntarmo-nos o que nos é permitido esperar
Sonhamos muito e, de tanto assim fantasiar, chegamos a acreditar que os nossos caminhos nunca serão agrestes nem tão pouco por terras de dor e pouca luz.
De que me vale saber todas as Escrituras, se não souber como salvar os que me são próximos?
«Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.» — dizia Antoine Lavoisier, um cientista do século XVIII que percebeu o modo como podemos chegar ao tempo gerado. O filósofo grego Aristóteles terá sido o primeiro a ponderar o problema do tempo e a formular que o tempo é a medida da muda
Que o que nos dói seja breve. Que o que nos faz felizes perdure para além do tempo que existirmos. Que a morte seja entendida como degrau para um colo que não passa.
Começa o Advento e o Evangelho fala da necessidade de esperar, de ficar acordado. Mas a que vigília é esta para o cristão?
Francisco é certamente um protagonista improvável e mais improvável ainda é o caminho a que ele se propõe
Devemos procurar a felicidade em todos os momentos, não apenas nos que parecem mais propícios. Nos outonos e invernos da nossa vida há muito mais que fazer do que simplesmente esperar pelo tempo que chamamos bom.