Se sentes que andas pesada, carregando fardos que não consegues libertar: DESAPEGA-TE.
Quando a morte leva para longe alguém que amamos, tudo o mais perde importância. A vida fica estranha, por um lado parece que afinal não tem valor algum, mas, por outro, torna-se mais preciosa do que nunca.
Devíamos morar num olhar. Não deveríamos querer outra coisa senão morar num encontro íntimo que nos preenchesse por completo. Este deveria ser o nosso propósito: vivermos num olhar que nos aceita, que nos chama a sermos mais e fazermos disso a nossa verdadeira casa.
«Estamos conectados e, contudo, vivemos desligados uns dos outros, anestesiados pela indiferença e oprimidos pela solidão.» — É esta a leitura do papa Francisco sobre o estado do mundo que atingiu um nervo dentro de mim.
Tenham a coragem de serem felizes, foi a chave que abriu o diálogo num encontro de jovens sobre o futuro. Mas de que tipo de felicidade estaríamos a falar? A nossa sociedade propõe modelos de vida baseados na exterioridade, no consumo, no sucesso e no poder. Oferece-nos imagens de mulheres e homens
A Palavra de Deus, hoje, apresenta-nos o Espírito Santo em ação. Vemo-Lo agir em três momentos: no mundo que criou, na Igreja e nos nossos corações.
O Vaticano anunciou no pasado dia 22 de maio que o Papa virá um dia mais cedo para Portugal, no âmbito da realização da Jornada Mundial da Juventude 2023, em Lisboa.
Mesmo que não caminhemos muito, a vida é peregrinação. E o espaço, mais do que a distância física percorrida, é o movimento interior da alma que busca o sentido, o “mais e melhor” que nos atrai. Como dizia S. Agostinho: “Fizeste-nos, Senhor, para Vós, e o nosso coração anda inquieto enquanto não rep
Haverá um dia em que as perguntas se tornarão nas nossas respostas. Não terá sido tudo resolvido, mas teremos passado por tudo. Faremos da nossa existência a solução para as nossas inquietações. Resolver-nos-emos sem palavras tornando-nos filhos de cada situação, de cada busca, de cada olhar.